Por Joel Hasse Ferreira
(Professor Universitário)
Os Pais do Monstro e o Desenvolvimento
Cavaco Silva e M.Ferreira Leite
1. Os cidadãos e as cidadãs razoavelmente informados foram gradualmente percebendo que o Pai do Monstro Orçamental dava pelo nome de Aníbal Cavaco Silva e a Mãe do Monstro respondia pelo nome de Manuela Ferreira Leite. O Professor Ricardo Reis, da Universidade de Columbia, em Nova Iorque, refere que “o maior aumento da despesa veio durante os governos de Durão Barroso e Santana Lopes. Segue-se o governo de Cavaco Silva”. Como sabemos, Barroso, mesmo quando era Durão, não sabia nada de Finanças, embora, parafraseando Fernando Pessoa, “consta que tivesse biblioteca”. Era, então, a inefável Dra Manuela Ministra de Estado e das Finanças. Já tendo o Monstro Pai e Mãe, o “menino-guerreiro” terá que se contentar com o “honroso” título de Padrinho do tal Monstro Orçamental.
2. Não é só pelo aspecto orçamental que o Governo de Manuela Ferreira Leite seria perigoso, mas porque conduziria também a uma brutal redução do investimento público e a uma diminuição das condições favoráveis ao investimento privado. A patética tentativa de pseudo- racionalização do Estado em 2002/2004 passou pela confusa fusão, sem qualquer rigor ou critério, a esmo e à “martelada”, de organismos públicos, o que diminuiu a eficácia global e específica das estruturas da Administração Pública e não teve nenhum efeito relevante no plano da contenção de custos.
3. Quanto ao distrito, sabemos bem o que fizeram os “campeões laranja e tangerina”. Entre outros feitos, assumiram a responsabilidade de anular no PIDDAC, as verbas propostas pelo então Ministro Valente de Oliveira para completar os estudos sobre a terceira Travessia do Tejo, a ponte Chelas - Barreiro. Voltariam, certamente, todos ufanos, a cometer o mesmo “pecado”, com o apoio entusiástico de quem iria combater os investimentos, a criação de empregos, o desenvolvimento das empresas, bem como as infra-estruturas necessárias para a comodidade dos cidadãos e o melhor funcionamento das organizações empresariais.
30/07/09
29/07/09
PS FORMA LISTAS A TODO O VAPOR
Estão quase prontas as listas PS.
Ontem, o Presidente da Federação, Vitor Ramalho, esteve em Alcácer, a trabalhar com o grupo de trabalho de apoio a Paredes, transmitindo a sua longa experiência em campanhas eleitorais.
Para a lista do Executivo certos estão, apenas, os segundo e terceceiro lugares (os actuais vereadores Helder Serafim e Isabel Vicente). Paredes declarou-nos que tem vários nomes interessados para o lugar de vereador, mas que ainda está a ponderar quem tem melhor perfil para o lugar.
Mariana Caixeirinho, que tem sido falada para quarto lugar na vereação, está fora de hipóteses. Paredes reconhece-lhe instinto e capacidade mobilizadora, mas entende que não tem o perfil adequado e o conhecimento técnico necessário, embora possa constar em lugar não elegível.
Massano não constará da lista para o Executivo, mas poderá ter lugar de destaque na Assembleia Municipal, provavelmente o segundo da lista -lugar que está, por agora, destinado a Clemente. Paredes diz que Massano se manterá como Administrador da EMESUAS até ao fim do mandato e que, se ganhar, pode mantê-lo como Administrador naquela empresa, desde que ele tenha o desempenho que ele requerer.
Para a Junta de Freguesia de Santiago concorre Rita Rito, em quem Paredes põe muitas esperanças, o mesmo acontecendo com Anabela, para a Junta da Comporta, que vai aparecer com uma equipa nova.
Felismino Coelho, recandidata-se à Junta de Santa Maria. O mesmo acontecendo no Torrão com Décio Fava e, Pedro Repolho, concorre a S. Martinho
O PS está, assim, a formar as listas às claras, marcando mais esta diferença em relação aos outros partidos.
Ontem, o Presidente da Federação, Vitor Ramalho, esteve em Alcácer, a trabalhar com o grupo de trabalho de apoio a Paredes, transmitindo a sua longa experiência em campanhas eleitorais.
Para a lista do Executivo certos estão, apenas, os segundo e terceceiro lugares (os actuais vereadores Helder Serafim e Isabel Vicente). Paredes declarou-nos que tem vários nomes interessados para o lugar de vereador, mas que ainda está a ponderar quem tem melhor perfil para o lugar.
Mariana Caixeirinho, que tem sido falada para quarto lugar na vereação, está fora de hipóteses. Paredes reconhece-lhe instinto e capacidade mobilizadora, mas entende que não tem o perfil adequado e o conhecimento técnico necessário, embora possa constar em lugar não elegível.
Massano não constará da lista para o Executivo, mas poderá ter lugar de destaque na Assembleia Municipal, provavelmente o segundo da lista -lugar que está, por agora, destinado a Clemente. Paredes diz que Massano se manterá como Administrador da EMESUAS até ao fim do mandato e que, se ganhar, pode mantê-lo como Administrador naquela empresa, desde que ele tenha o desempenho que ele requerer.
Para a Junta de Freguesia de Santiago concorre Rita Rito, em quem Paredes põe muitas esperanças, o mesmo acontecendo com Anabela, para a Junta da Comporta, que vai aparecer com uma equipa nova.
Felismino Coelho, recandidata-se à Junta de Santa Maria. O mesmo acontecendo no Torrão com Décio Fava e, Pedro Repolho, concorre a S. Martinho
O PS está, assim, a formar as listas às claras, marcando mais esta diferença em relação aos outros partidos.
Comunicado da Comissao Politica Concelhia do PS
Nota de Imprensa
No âmbito do lamentável e vergonhoso processo de escolha dos candidatos autárquicos do Partido Socialista em Alcácer do Sal, a Comissão Política Concelhia de Alcácer do Sal tomou conhecimento, através dos meios de comunicação social, que a Comissão Política Nacional avocou o processo de designação dos candidatos aos órgãos autárquicos de Alcácer do Sal, tendo, nessa sequência, definido como candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Alcácer do Sal Pedro Paredes;
Tal notícia não deixa de ser surpreendente por duas ordens de razões:
1.ª- A Comissão Política Concelhia, de acordo com os Estatutos que regem a actividade do Partido Socialista, definiu e aprovou a lista dos candidatos aos órgãos autárquicos do concelho de Alcácer do Sal;
Esta foi uma decisão legítima, legal e democrática, não se compreendendo as razões da sua não aceitação, já que a mesma reuniu o consenso de grande parte dos socialistas de Alcácer do Sal, como, aliás, mostram as evidências;
2ª- Assente num alegado «Abaixo-Assinado», a Federação do Distrito de Setúbal, inusitadamente e sem grande sucesso, tentou avocar o processo de designação dos candidatos a Alcácer do Sal, não reunindo os 2/3 necessários para esse efeito;
Não obstante nunca termos visto tal «Abaixo-Assinado», foi-nos dito que o mesmo conteria afirmações difamatórias susceptíveis de lesar o bom nome e a honra de membros do Partido Socialista local que tanto têm feito pelo nosso Partido, designadamente levando-o à conquista da Câmara de Alcácer do Sal há 4 anos atrás, acontecimento até aí inédito;
Aparentemente, a própria Federação terá entendido que a designação dos candidatos do Partido Socialista a Alcácer do Sal só aos socialistas alcacerenses diria respeito, pelo que a escolha já feita seria válida e definitiva.
Foi nosso entendimento que o assunto estaria encerrado.
Estranhamente, a Comissão Política Nacional, e na sequência do «chumbo» da Federação, resolveu, ela própria, avocar o processo.
Mais estranhamente, a mesma Comissão Política Nacional resolve em sentido manifestamente contrário àquele que havia sido o entendimento, válido e legítimo, da Comissão Política Concelhia de Alcácer do Sal, sem sequer ouvir esta em todo este processo.
Tal contraria em tudo o que é, ou julgavamos ser, a cultura democrática do Partido Socialista, atropelando regras e princípios que se consideravam sólidos e incontornáveis.
Perante tão grande atropelo, é compreensível a indignação e não aceitação por parte daqueles que haviam legal e democraticamente escolhido as pessoas que entendiam indicadas para se candidataram aos órgãos autárquicos em Alcácer do Sal, ainda mais, quando não foram «vistos nem achados» na decisão desta Comissão Política Nacional, que se limitou, cega e surdamente, a fazer tábua rasa daquilo que havia sido uma escolha conscienciosa, interessada e militante.
Face a este lamentável cenário, a Comissão Política Concelhia de Alcácer do Sal do Partido Socialista, dentro dos valores da verdade, transparência e lealdade, vê-se assim obrigada a esclarecer a opinião pública, em geral, e os camaradas em particular, relativamente ao que se passou, deixando claro que a decisão tomada pela Comissão Política Nacional do Partido Socialista quanto à definição dos candidatos para os órgãos autárquicos de Alcácer do Sal foi feita à sua total revelia e com o seu pleno desconhecimento.
Nota de Imprensa
No âmbito do lamentável e vergonhoso processo de escolha dos candidatos autárquicos do Partido Socialista em Alcácer do Sal, a Comissão Política Concelhia de Alcácer do Sal tomou conhecimento, através dos meios de comunicação social, que a Comissão Política Nacional avocou o processo de designação dos candidatos aos órgãos autárquicos de Alcácer do Sal, tendo, nessa sequência, definido como candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Alcácer do Sal Pedro Paredes;
Tal notícia não deixa de ser surpreendente por duas ordens de razões:
1.ª- A Comissão Política Concelhia, de acordo com os Estatutos que regem a actividade do Partido Socialista, definiu e aprovou a lista dos candidatos aos órgãos autárquicos do concelho de Alcácer do Sal;
Esta foi uma decisão legítima, legal e democrática, não se compreendendo as razões da sua não aceitação, já que a mesma reuniu o consenso de grande parte dos socialistas de Alcácer do Sal, como, aliás, mostram as evidências;
2ª- Assente num alegado «Abaixo-Assinado», a Federação do Distrito de Setúbal, inusitadamente e sem grande sucesso, tentou avocar o processo de designação dos candidatos a Alcácer do Sal, não reunindo os 2/3 necessários para esse efeito;
Não obstante nunca termos visto tal «Abaixo-Assinado», foi-nos dito que o mesmo conteria afirmações difamatórias susceptíveis de lesar o bom nome e a honra de membros do Partido Socialista local que tanto têm feito pelo nosso Partido, designadamente levando-o à conquista da Câmara de Alcácer do Sal há 4 anos atrás, acontecimento até aí inédito;
Aparentemente, a própria Federação terá entendido que a designação dos candidatos do Partido Socialista a Alcácer do Sal só aos socialistas alcacerenses diria respeito, pelo que a escolha já feita seria válida e definitiva.
Foi nosso entendimento que o assunto estaria encerrado.
Estranhamente, a Comissão Política Nacional, e na sequência do «chumbo» da Federação, resolveu, ela própria, avocar o processo.
Mais estranhamente, a mesma Comissão Política Nacional resolve em sentido manifestamente contrário àquele que havia sido o entendimento, válido e legítimo, da Comissão Política Concelhia de Alcácer do Sal, sem sequer ouvir esta em todo este processo.
Tal contraria em tudo o que é, ou julgavamos ser, a cultura democrática do Partido Socialista, atropelando regras e princípios que se consideravam sólidos e incontornáveis.
Perante tão grande atropelo, é compreensível a indignação e não aceitação por parte daqueles que haviam legal e democraticamente escolhido as pessoas que entendiam indicadas para se candidataram aos órgãos autárquicos em Alcácer do Sal, ainda mais, quando não foram «vistos nem achados» na decisão desta Comissão Política Nacional, que se limitou, cega e surdamente, a fazer tábua rasa daquilo que havia sido uma escolha conscienciosa, interessada e militante.
Face a este lamentável cenário, a Comissão Política Concelhia de Alcácer do Sal do Partido Socialista, dentro dos valores da verdade, transparência e lealdade, vê-se assim obrigada a esclarecer a opinião pública, em geral, e os camaradas em particular, relativamente ao que se passou, deixando claro que a decisão tomada pela Comissão Política Nacional do Partido Socialista quanto à definição dos candidatos para os órgãos autárquicos de Alcácer do Sal foi feita à sua total revelia e com o seu pleno desconhecimento.
28/07/09
Teresa Noronha candidata pelo CDS
Ficou decidido na noite de hoje, que Teresa Noronha é a cabeça de lista pelo CDS à Câmara de Alcácer.
Teresa Noronha, declarou-nos que não é politica mas que aceitou por querer dar um contributo para a vida social e politica de Alcácer.
A reunião, que terminou há cinco minutos, contou com a presença do Presidente e Vice Presidente da Distrital.
Teresa Noronha que vai agora formar as listas e não tem a pretensão de conquistar lugares, é tida como pessoa querida na juventude de quem foi professora. É formada em Ciências Físico-Químicas e professora na Escola Secundária de Alcácer.
Teresa Noronha, declarou-nos que não é politica mas que aceitou por querer dar um contributo para a vida social e politica de Alcácer.
A reunião, que terminou há cinco minutos, contou com a presença do Presidente e Vice Presidente da Distrital.
Teresa Noronha que vai agora formar as listas e não tem a pretensão de conquistar lugares, é tida como pessoa querida na juventude de quem foi professora. É formada em Ciências Físico-Químicas e professora na Escola Secundária de Alcácer.
O Esforço Estóico de Teresa e do CDS
COLUNA SOCIAL
O interesse por Alcácer está a aumentar.
Também o CDS não quis deixar de apresentar candidatura à Câmara. Primeiro mandou enviados à PIMEL fazer contactos políticos, depois, namorou o PSD, assediou socialistas descontentes, convenceu Teresa Noronha que na tourada consultou Paredes. Presidente e Vice Presidente da Distrital correram hoje, a Alcácer, montar estratégia.
No passado sábado - dia de todas as decisões - escrevemos, em meia dúzia de capítulos, uma caricatura do que foi esse esforço estóico do CDS e aqui publicaremos um capitulo, por dia.
Capitulo I
Não sei se deva
Ou se interesse.
Sei que me maça.
Então porque vou?
Porque acho graça!
Se não há Paredes,
não podíamos pensar em Massano?
Ou Clemente?
Era madrugada de sábado, dia de Teresa acordar fora de horas, compensando aquela obrigação na semana, de andar a toque da campainha da escola.Ossos do oficio!
Na véspera, depois do jantar, saíra apenas a dar um pequeno passeio e, às dez, já estava de volta, estendida na cama, com um livro aberto sobre o peito, a bocejar. Não passariam de onze e meia quando pegou no sono - e fizera por isso - porque ao contrário do que é habitual ao sábado - neste - queria acordar cedo para saber de Paredes, seu amigo e de Massano, seu ex-aluno. Até resolveu deixar a net ligada para ser mais rápida a consulta a O SÁDÃologo que acordasse.
Esta noite não era, para Teresa, uma noite qualquer.
Ela havia lido, durante o dia, em O SÁDãO, que na noite de sexta para sábado, o PS Nacional decidia, em definitivo, se o candidato à Câmara, era Paredes ou Massano, pelo que desejava dormir a noite de um sono e acordar bem cedo!
Mas, a ansiedade, breve a faria acordar, em sobressalto!
_Será que já se sabe? Será que O SÁDÃO já tem a noticia?
Correu ao computador, a O SÁDÃO, mas ainda nada.
Sim! Para Teresa não havia dúvida que era bem singular não ter amanhecido... indo abrir uma das janelas da varanda, para se certificar.
Qual não foi, porém, a decepção quando, interrogando o nascente, deu com ele ainda completamente fechado e negro e, baixando o olhar e levando-o para sul, viu a cidade afogada em trevas e sucumbida no mais profundo silêncio!
Oh! Era singular, muito singular!
No céu as estrelas pareciam amortecidas, de um bruxulear difuso e pálido; nas ruas só os lampiões se acusavam. Nenhum operário passava para o trabalho, não se ouvia o cantarolar de um pássaro, o rodar de um carro, nem o ladrar de um cão.
Singular! Muito singular!
Voltara ao quarto para, às apalpadelas, procurar o seu relógio de pulso e depois o do marido, que também não achou. Não queria acender a luz, para não acordar o senhor seu marido, que dormia como um justo e que até lhe podia responder mal!
Saiu silenciosamente do quarto e correu ao pequeno relógio de sala, pousado no aparador de século. Marcava meia noite e qualquer coisa. Nem queria acreditar! Levou-o ao ouvido com a avidez de quem consulta o coração de um moribundo; não pulsava: tinha esgotado toda a corda. Mas Teresa fê-lo logo, começar a trabalhar de novo.
_Mas que horas serão estas?
Interrogava-se, também para poder acertar o relógio.
_É singular! muito singular!
Repetia, calculando que, se o relógio esgotara toda a corda, era porque então havia dormido muito mais ainda do que supunha e desejava e, certamente, atravessara um dia inteiro sem acordar e entrara, do mesmo modo, pela noite seguinte.
_Mas que horas serão?...
Achou que tinha mesmo que acordar o marido, para que ele lho dissesse, pois deveria saber aonde tinha o seu relógio e que ela não achava. Mas entendia inútil, que ele, por certo, não estaria para tal solicitação. Ainda assim, decidiu fazê-lo.
Acendeu a luz e carinhosamente:
_acorda homem! diz-me as horas.
_Hã, hum! Que horas? Não vês que é de noite?! Dorme mas é, e deixa-me a mim dormir...
Balbuciou lugubremente, enquanto fazia um giro sobre si mesmo e agarrava o travesseiro para com ele tapar a cabeça.
_Mas para que raio queres tu as horas, a estas horas?!
_É por causa da politica, da candidatura, do CDS, eu...
_Ora essa! Não queres lá ver que doravante o meu sono é que vai pagar, por te andares a meter lá nessa coisa da politica! Ainda vais ficar louca como os outros! Dorme, já te disse.
Teresa não insistiu e tornou à varanda, para consultar de novo, aquela estranha noite, em que lhe parecia que as estrelas já desmaiavam, mas não chegava a aurora. E a noite nada lhe respondia, fechada no seu egoísmo surdo e tenebroso.
_Que horas serão?!... Se ao menos ouvisse algum relógio da vizinhança! Ah, vou esperar pelo relógio de Igreja, que ele bate de quarto em quarto de hora. Será o tempo de fumar um cigarro, debruçada no peitoril da janela, contemplando a noite pesada e misteriosa. Oh! Mas pelo relógio da Igreja só fico a saber as horas, na hora certa e isso pode demorar!..
De repente ficou completamente desperta, fez-se luz sobre si. Situou-se suficientemente na época moderna e, de uma só vez, lembrou telemóvel que tem horas, informativo telefónico que dá horas, computador que marca horas.
_Ai, mas que louca eu estava! E até podia ter descido ao pátio e consultar o relógio do carro.
Ávida, correu ao telemóvel, e também confirmou no computador.
Passava pouco das quatro. Não havia duvida para Teresa, que àquela hora, muito provavelmente, ainda a reunião do PS de Lisboa, não terminara, pois diziam que ia ser longa, que isto de decidir deputados, é coisa para muita discussão e, entre Paredes e Massano, também é obra...
_Oh, que desilusão! Ainda é tão cedo! Ainda não é para já! Isto da politica tem muito "entretulho". Nem sei se tenho paciência...bem, logo se verá!
Calma e pesadamente, arrastou-se silenciosa, para entrar, suavemente, na cama do casal, para não interromper o sono do marido que dormia pesado, agora atravessado, a toda a largura da cama..
_Vou tomar um "rivotril" para dormir descansada e acordar por mim, sem sobressalto.
O fármaco logo começou o seu trabalho de relaxamento e Teresa iniciou, tranquila, um sono doce. Os olhos começaram suavemente a fechar, breve deixou de ouvir o que quer que fosse, a respirar lentamente num padrão rítmico, os músculos relaxavam-se, o coração desacelerou, os padrões das ondas cerebrais teta e delta ficaram lentos e o cérebro começou então a deambular. Inconsciente para o que acontecia à sua volta, Teresa navegava, agora, no sublime sono REM e começava um sonho inicialmente lírico e musical, mas confuso entre ficção e realidade.
Amanhã: Capitulo II
PROCURA CRESCENTE PELO NOSSO BLOG
Ao fazer um ano de existência, o relógio electrónico do nosso blog, marcava 23.000 visitas, como então realçámos. Em menos dos cinco meses deste segundo ano, tempo decorrido, marca já, mais do dobro daquela cifra e, ultimamente, está a registar-se, uma afluência da ordem de 700 visitas dia..
Agradecemos aos leitores o interesse.
Agradecemos aos leitores o interesse.
BE divulga lista ainda esta semana
Fomos informados que a lista do Bloco de Esquerda para as Autárquicas 2009, já està concluída na sua totalidade e com os pedidos das certidões de eleitores já entregues. E que até ao final desta semana será feito um comunicado de imprensa a nível distrital e local, com a divulgação da lista do BE às Autárquicas.
Fomos informados que a lista do Bloco de Esquerda para as Autárquicas 2009, já està concluída na sua totalidade e com os pedidos das certidões de eleitores já entregues. E que até ao final desta semana será feito um comunicado de imprensa a nível distrital e local, com a divulgação da lista do BE às Autárquicas.
27/07/09
ANA PENAS CANDIDATA À CÂMARA PELO BE
É quase certo que O Bloco de Esquerda vai ter como cabeça de lista à Câmara de Alcácer, ANA Penas. Mais tarde contamos voltar a esta notícia
Teresa Noronha em preparativos CDS
Coluna Social
Não sei se deva
Ou se interesse.
Sei que me maça.
Então porque vou?
Porque acho graça!
Se não há Paredes,
não podíamos pensar em Massano?
Ou Clemente?
Daqui a pouco leia:
a caricatura do esforço CDS
Não sei se deva
Ou se interesse.
Sei que me maça.
Então porque vou?
Porque acho graça!
Se não há Paredes,
não podíamos pensar em Massano?
Ou Clemente?
Daqui a pouco leia:
a caricatura do esforço CDS
GRANITO CANDIDATO PSD À CÂMARA
Em primeira mão
Joaquim Granito, acaba de ser escolhido pelo PSD nacional, para cabeça de lista à Câmara de Alcácer do Sal, após ter sido equacionada a hipótese de um nome de Almada, militante do PSD, todavia desconhecido em Alcácer.
Também a proposta apresentada pelo CDS ao PSD, para a elaboração de listas conjuntas, foi regeitada por este partido.
Em Alcácer o PSD não tem estrutura partidária e Granito objectiva constitui-la a partir, principalmente, da JSD, pois diz existir uma dúzia de jovens militantes.
Já tem sede de campanha, no largo do mercado, que Granito tenciona abrir dentro de uma ou duas semanas, inaugurando-a com uma conferência de imprensa.
J. Granito declarou-nos que o seu objectivo é meter um vereador e, principalmente, na esperança que a CDU e o PS metam 3, cada, o que colocava o PSD em posição de charneira. E que, para além disso, quer defender os interesses de Alcácer e estruturar o partido. Para tal está já à procura de uma sede definitiva, pois a acima referida é apenas para a campanha.
Joaquim Manuel Café Granito é natural de Alcácer, tem 66 anos e é pai de dois filhos.
Aos 16 anos foi trabalhar para o Tribunal de Alcácer, sem vencimento, benificiando apenas de alguma receita de registos criminais que preenchesse. Aos 18, entrou para a Secretaria da Câmara Municipal aonde esteve até ir para a tropa, tendo cumprido o serviço militar durante três anos e meio, no Estado Maior do Exército, no posto de furriel miliciano. Regressado da vida militar, voltou à Câmara, para responsável pelos serviços de água e electrecidade, com a categoria de aspirante.
Por concurso ingressou no BNU, aonde ocupou todas as funções e tendo chegado a responsável de balcão, função que exerceu durante dois anos até se reformar.
Diz ter sido sempre simpatizante do PSD, partido de que se tornou militante e activista, a partir de 1999. Actualmente é vogal da Assembleia de Freguesia de Santiago e foi candidato pelo PSD à Câmara, há 8 anos, não tendo sido eleito vereador.
Faz questão de afirmar que nunca viveu ou se serviu da política e que para ele fazer política é servir os interesses de Alcácer.
Joaquim Granito, acaba de ser escolhido pelo PSD nacional, para cabeça de lista à Câmara de Alcácer do Sal, após ter sido equacionada a hipótese de um nome de Almada, militante do PSD, todavia desconhecido em Alcácer.
Também a proposta apresentada pelo CDS ao PSD, para a elaboração de listas conjuntas, foi regeitada por este partido.
Em Alcácer o PSD não tem estrutura partidária e Granito objectiva constitui-la a partir, principalmente, da JSD, pois diz existir uma dúzia de jovens militantes.
Já tem sede de campanha, no largo do mercado, que Granito tenciona abrir dentro de uma ou duas semanas, inaugurando-a com uma conferência de imprensa.
J. Granito declarou-nos que o seu objectivo é meter um vereador e, principalmente, na esperança que a CDU e o PS metam 3, cada, o que colocava o PSD em posição de charneira. E que, para além disso, quer defender os interesses de Alcácer e estruturar o partido. Para tal está já à procura de uma sede definitiva, pois a acima referida é apenas para a campanha.
Joaquim Manuel Café Granito é natural de Alcácer, tem 66 anos e é pai de dois filhos.
Aos 16 anos foi trabalhar para o Tribunal de Alcácer, sem vencimento, benificiando apenas de alguma receita de registos criminais que preenchesse. Aos 18, entrou para a Secretaria da Câmara Municipal aonde esteve até ir para a tropa, tendo cumprido o serviço militar durante três anos e meio, no Estado Maior do Exército, no posto de furriel miliciano. Regressado da vida militar, voltou à Câmara, para responsável pelos serviços de água e electrecidade, com a categoria de aspirante.
Por concurso ingressou no BNU, aonde ocupou todas as funções e tendo chegado a responsável de balcão, função que exerceu durante dois anos até se reformar.
Diz ter sido sempre simpatizante do PSD, partido de que se tornou militante e activista, a partir de 1999. Actualmente é vogal da Assembleia de Freguesia de Santiago e foi candidato pelo PSD à Câmara, há 8 anos, não tendo sido eleito vereador.
Faz questão de afirmar que nunca viveu ou se serviu da política e que para ele fazer política é servir os interesses de Alcácer.
Subscrever:
Mensagens (Atom)