São 20h30m e pelas projecções, o PS ganhou a eleição de hoje, com boa folga.
Agora é o PS Alcácer, que tem de ganhar a Câmara no próximo dia 11 e assim, Alcácer ficará sintonizado com a política do Governo da Nação.
O Executivo PS, se vencer no dia 11, tem de fazer mais lobby, trazer a Alcácer ainda mais Ministros e Secretários de Estado e saber comprometê-los com o nosso desenvolvimento estratégico, tem de saber percorrer melhor os corredores do poder, tem de obter ainda mais apoios governamentais e comunitários.
Por sua vez, a CDU é já o último partido entre os cinco. Cabe perguntar: se os portugueses rejeitam cada vez mais - aliás como todo o mundo - os comunistas, porque os alcacerenses ainda se mantêm agarrados a políticas e ideologias mortas?
27/09/09
O SÁDÃO FOI AO JANTAR DE ENCERRAMENTO DO PSD
Foi na sala Tejo, do Pavilhão Atlântico, na Expo, em Lisboa.
1.500 pessoas. Um arroz de pato regado com vinhos tinto e branco do Cartaxo, ao preço de 5 euros.
7 mesas de jantar, na primeira enfiada, junto ao palco, sentavam os notáveis. Pacheco Pereira escolheu o meio da sala e ouviu os discursos atento, sério e quase não bateu palmas. João de Deus Pinheiro também não quis o primeiro renque.
Manuela tinha Balsemão à sua direita e Marcelo pela esquerda. A mesa era redonda, igual às demais. De fronte, ficou-lhe Santana e não descortinámos se alguma vez o encarou. De lado, Rangel e pelo meio destes, umas senhoras de bom tom.
Marcelo esteve todo o jantar a falar, incessantemente, naquele seu jeito, quase à velocidade da luz, com mãos e corpo. Dissertava de política nacional e ao mesmo tempo da internacional. De episódios incríveis desta campanha, o que levou Rangel, nas poucas oportunidades que teve para pronúncia:
-Você sabe os pormenores todos!
Mas Marcelo acenou com a cabeça que sim e não o deixando continuar saltou, imediatamente, para umas piadas que nada tinham com politica e das quais ele próprio foi o primeiro a arrancar risada. Era arte, música e literatura. Economia e gripe A.
_Só não falo de Direito que isso é muito chato.
Exclamou o incrível Marcelo, a certa altura.
Balsemão ouviu, todo o tempo, com sorriso aberto e permanente, de quem está meio extasiado. Já vão muito longe os tempos da discórdia!
Manuela permaneceu igual a si mesma, de olhar baixo, parecendo até, não estar a compreender ou a ouvir, parte do que, velozmente dizia, o meteórico Marcelo.
Santana num cândido e caído sisudo e, Rangel naquele sorriso encoberto e simplório, atento à oportunidade de poder entrar serenamente na conversa. As senhoras fizeram figura, aprumadas, direitas.
Os empregados de mesa, solícitos, vieram com as travessas para darem repetição do arroz de pato, mas Manuela falou por todos.
_Não, já chega.
E todos se abstiveram, à excepção de Marcelo, que logo alto e bom som:
Não, não, eu quero mais, está muito bom este arroz de pato. Quem será o pato?
Será o Sócrates?
Perguntou.
E todos sorriram alegre, mas logo contiveram.
Antes do jantar discursara Manuela Ferreira Leite, que leu um longo discurso de timbre tecnocrático, sem entusiasmo nem novidade.
Depois do jantar discursou Rangel, seguiu-se o presidente da JSD e encerrou Balsemão. Apesar de ser o mais velho,o fundador e militante nº 1, mostrou ser dos quatro, o que tem mentalidade mais jovem e entusiasmou a assistência que era animada pela claque da JSD, composta por 20 ou 30 mexidos jovens que eram comandados por megafone.
Em todos os discursos um denominador comum: o relacionar os problemas crónicos do nosso país e que toda a gente conhece - que o diagnóstico está mais do que feito - sem apresentação de soluções convincentes e alternativas à governação de Sócrates.
Foi um fugir às questões centrais e o empolar de casos acidentais.
De Sócrates conhecem-se as políticas de reforma, muitas vezes impopulares, muitas vezes com erros. Mas o PSD não se compromete no "como fazer". Limita-se a dizer que está mal e que é contra, que corta, mas sem dizer claramente como faria melhor.
Foi pedido aos presentes para não se deixarem impressionar pelas sondagens e a esperança pareceu residir no argumento que elas já se enganaram para as europeias e que quem se engana uma vez, se engana duas. Mas também se pode pensar que se já se enganaram uma vez, não se podem enganar outra.
Nas despedidas o entusiasmado Marcelo, apagava ainda mais Manuela - que quase não se dava por ela - e bateu palmada no ombro de Rangel, exclamando aparentemente sincero:
_O futuro presidente.
Antes, tinha dito o mesmo ao presidente da JSD e não sabemos se a mais alguém!
Manuela saia sem demoras. Deixava a última "empreitada", sem entusiasmo, como se estivesse a cumprir um dever, discreta, dada.
vilela borges
1.500 pessoas. Um arroz de pato regado com vinhos tinto e branco do Cartaxo, ao preço de 5 euros.
7 mesas de jantar, na primeira enfiada, junto ao palco, sentavam os notáveis. Pacheco Pereira escolheu o meio da sala e ouviu os discursos atento, sério e quase não bateu palmas. João de Deus Pinheiro também não quis o primeiro renque.
Manuela tinha Balsemão à sua direita e Marcelo pela esquerda. A mesa era redonda, igual às demais. De fronte, ficou-lhe Santana e não descortinámos se alguma vez o encarou. De lado, Rangel e pelo meio destes, umas senhoras de bom tom.
Marcelo esteve todo o jantar a falar, incessantemente, naquele seu jeito, quase à velocidade da luz, com mãos e corpo. Dissertava de política nacional e ao mesmo tempo da internacional. De episódios incríveis desta campanha, o que levou Rangel, nas poucas oportunidades que teve para pronúncia:
-Você sabe os pormenores todos!
Mas Marcelo acenou com a cabeça que sim e não o deixando continuar saltou, imediatamente, para umas piadas que nada tinham com politica e das quais ele próprio foi o primeiro a arrancar risada. Era arte, música e literatura. Economia e gripe A.
_Só não falo de Direito que isso é muito chato.
Exclamou o incrível Marcelo, a certa altura.
Balsemão ouviu, todo o tempo, com sorriso aberto e permanente, de quem está meio extasiado. Já vão muito longe os tempos da discórdia!
Manuela permaneceu igual a si mesma, de olhar baixo, parecendo até, não estar a compreender ou a ouvir, parte do que, velozmente dizia, o meteórico Marcelo.
Santana num cândido e caído sisudo e, Rangel naquele sorriso encoberto e simplório, atento à oportunidade de poder entrar serenamente na conversa. As senhoras fizeram figura, aprumadas, direitas.
Os empregados de mesa, solícitos, vieram com as travessas para darem repetição do arroz de pato, mas Manuela falou por todos.
_Não, já chega.
E todos se abstiveram, à excepção de Marcelo, que logo alto e bom som:
Não, não, eu quero mais, está muito bom este arroz de pato. Quem será o pato?
Será o Sócrates?
Perguntou.
E todos sorriram alegre, mas logo contiveram.
Antes do jantar discursara Manuela Ferreira Leite, que leu um longo discurso de timbre tecnocrático, sem entusiasmo nem novidade.
Depois do jantar discursou Rangel, seguiu-se o presidente da JSD e encerrou Balsemão. Apesar de ser o mais velho,o fundador e militante nº 1, mostrou ser dos quatro, o que tem mentalidade mais jovem e entusiasmou a assistência que era animada pela claque da JSD, composta por 20 ou 30 mexidos jovens que eram comandados por megafone.
Em todos os discursos um denominador comum: o relacionar os problemas crónicos do nosso país e que toda a gente conhece - que o diagnóstico está mais do que feito - sem apresentação de soluções convincentes e alternativas à governação de Sócrates.
Foi um fugir às questões centrais e o empolar de casos acidentais.
De Sócrates conhecem-se as políticas de reforma, muitas vezes impopulares, muitas vezes com erros. Mas o PSD não se compromete no "como fazer". Limita-se a dizer que está mal e que é contra, que corta, mas sem dizer claramente como faria melhor.
Foi pedido aos presentes para não se deixarem impressionar pelas sondagens e a esperança pareceu residir no argumento que elas já se enganaram para as europeias e que quem se engana uma vez, se engana duas. Mas também se pode pensar que se já se enganaram uma vez, não se podem enganar outra.
Nas despedidas o entusiasmado Marcelo, apagava ainda mais Manuela - que quase não se dava por ela - e bateu palmada no ombro de Rangel, exclamando aparentemente sincero:
_O futuro presidente.
Antes, tinha dito o mesmo ao presidente da JSD e não sabemos se a mais alguém!
Manuela saia sem demoras. Deixava a última "empreitada", sem entusiasmo, como se estivesse a cumprir um dever, discreta, dada.
vilela borges
25/09/09
2 dezenas de milhar na arrauda do PS em Lisboa

PS pede maioria outra vez
No momento em que escrevemos estas linhas, são 17h30m e Sócrates com Jaime Gama ao seu lado direito, acaba de deixar a Rua Augusta e chegar ao Terreiro do Paço.
Neste preciso momento também, a multidão que forma a passeata ainda enche a rua Augusta, deixando agora o Rossio. A Rua Augusta mede 900 metros pelo que calculamos em 2 ou 3 dezenas de milhar o número de pessoas que se enquadraram nesta manifestação. Muito mais povo que o conseguido por Manuela Ferreira Leite, hoje de manhã, também aqui na baixa lisboeta.
São milhares de bandeiras do PS, muito entusiasmo e a palavra de ordem que se grita é: 1,2,3 maioria outra vez!
vilela borges
FIGO APOIA SÓCRATES
Legislativas: Sócrates é pessoa "séria, honesta e profissional" - Luís Figo
Lisboa, 25 Set (Lusa) - Luís Figo, futebolista internacional português, manifestou hoje o seu apoio ao PS nas eleições legislativas, considerando o líder socialista, José Sócrates, como uma pessoa "séria, honesta e profissional" como político.
Depois de ter conversado a sós com o secretário-geral do PS, durante uma hora, num hotel em Belém, Luís Figo disse aos jornalistas que falou com Sócrates "pouco sobre futebol" e mais sobre "o futuro de Portugal".
"Apoio José Sócrates unicamente pelas minhas convicções e pelo trabalho feito nos últimos quatro anos e meio, apesar das dificuldades existentes em todo o mundo. Sócrates é uma pessoa séria, honesta e profissional", disse o ant5igo jogador do Sporting, Barcelona, Real Madrid e Inter de Milão.
Legislativas: Sócrates é pessoa "séria, honesta e profissional" - Luís Figo
Lisboa, 25 Set (Lusa) - Luís Figo, futebolista internacional português, manifestou hoje o seu apoio ao PS nas eleições legislativas, considerando o líder socialista, José Sócrates, como uma pessoa "séria, honesta e profissional" como político.
Depois de ter conversado a sós com o secretário-geral do PS, durante uma hora, num hotel em Belém, Luís Figo disse aos jornalistas que falou com Sócrates "pouco sobre futebol" e mais sobre "o futuro de Portugal".
"Apoio José Sócrates unicamente pelas minhas convicções e pelo trabalho feito nos últimos quatro anos e meio, apesar das dificuldades existentes em todo o mundo. Sócrates é uma pessoa séria, honesta e profissional", disse o ant5igo jogador do Sporting, Barcelona, Real Madrid e Inter de Milão.
PS com 8 pontos de vantagem sobre PSD
CDU EM ÚLTIMO
PS alarga vantagem sobre o PSD
Partido de Manuela Ferreira Leite encolhe. Já nem uma aliança pós-eleitoral com o CDS será suficiente para impedir os socialistas de formarem Governo
Por PAULO MARTINS
A redução de intenções de voto no PSD atira os socialistas para uma situação confortável. Em vésperas das eleições, o PS dispõe de oito pontos de avanço sobre o rival. Disputa entre CDS e CDU pode ser o outro ponto de interesse do sufrágio.
O esvaziamento do balão laranja, que a sondagem da Universidade Católica para o JN, o DN, a RTP e a Antena 1 revela, constitui a única explicação plausível para o alargamento do fosso entre os dois principais partidos. Embora o número de eleitores que garante ir votar no próximo domingo tenha crescido, nenhuma das duas formações parece ter beneficiado com isso. Muito menos o PSD, que até "encolheu".
O PS estabilizou nos 38%. Trata-de de uma percentagem próxima da obtida por Ferro Rodrigues em 2002, no confronto com Durão Barroso, em que saiu derrotado. No entanto, a comparação é arriscada, uma vez que as eleições de há sete anos foram especialmente bipolarizadas, enquanto as actuais prometem acentuar a pulverização do eleitorado por cinco forças políticas, já perceptível nas Europeias do Verão passado.
Com o score agora obtido, o PS pode continuar a reivindicar a maioria absoluta, mas é muito pouco provável que a revalide. A perspectiva de ser constituído um Executivo sem apoio parlamentar seguro mantêm-se assim de pé, até porque, a fazer fé nestes resultados, uma aliança entre PSD e CDS não impediria José Sócrates de formar Governo. O líder socialista já admitiu a possibilidade de dialogar com os partidos mais à Esquerda, para selar acordos pós-eleitorais, se os resultados o obrigarem a dar esse passo. Contudo, pode preferir um Executivo minoritário, confiando que Bloco e CDU não se aliarão à Direita para o derrubar.
O partido de Francisco Louçã, que regista uma assinalável estabilidade em matéria de intenções de voto, consolida, aparentemente, o estatuto de terceira força. Pode vir a eleger 22 deputados, segundo a projecção efectuada pela Católica, que deve ser encarada com reservas, uma vez que a sondagem não se baseou em amostras representativas de cada círculo. A confirmar-se este vertiginoso crescimento, o BE quase triplica o número de mandatos.
As duas outras formações que hoje dispõem de representação parlamentar continuam em situação de empate técnico, que deixa tudo em aberto. Os comunistas foram perdendo gás e, neste estudo, são ultrapassados, à tangente, pelo CDS de Paulo Portas. Nada que constitua uma novidade: nas últimas eleições, a votação nos dois partidos situou-se na casa dos 7% e a CDU só "ganhou" três décimas (mas mais dois deputados).
A ESTATURA POLÍTICA DE MANUELA F. LEITE
APRESENTAMOS 15 VIDEOS COM MANUELA FERREIRA LEITE, QUE PODE VIR A SER PRIMEIRO MINISTRO.
VEJA E DIVIRTA-SE. MAS NÃO ESQUEÇA QUE PORTUGAL É UM PAÍS POBRE E NÃO SE PODE ANDAR A BRINCAR AOS PRIMEIROS MINISTROS.
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VEJA E DIVIRTA-SE. MAS NÃO ESQUEÇA QUE PORTUGAL É UM PAÍS POBRE E NÃO SE PODE ANDAR A BRINCAR AOS PRIMEIROS MINISTROS.
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24/09/09
ÚLTIMO DIA DA CAMPANHA PS
Dia 25.Setembro, 6ª feira
07h00 – Barcos no Barreiro
09h00 – Mercado da Moita
10h00 – Mercado da Baixa da Banheira (Moita)
11h00 – Arruada na R. 1.º de Maio (antiga Rua 13) na Baixa da Banheira (Moita)
12h00 – Visita ao Centro de Convivio dos reformados e Idosos da Vila da Baixa da Banheira (Moita)
13h00 – Almoço
19h30 - Encerramento da Campanha das Legislativas 2009 - GRANDE COMÍCIO no Centro de Congressos (antiga FIL) na Junqueira, Lisboa
Dia 25.Setembro, 6ª feira
07h00 – Barcos no Barreiro
09h00 – Mercado da Moita
10h00 – Mercado da Baixa da Banheira (Moita)
11h00 – Arruada na R. 1.º de Maio (antiga Rua 13) na Baixa da Banheira (Moita)
12h00 – Visita ao Centro de Convivio dos reformados e Idosos da Vila da Baixa da Banheira (Moita)
13h00 – Almoço
19h30 - Encerramento da Campanha das Legislativas 2009 - GRANDE COMÍCIO no Centro de Congressos (antiga FIL) na Junqueira, Lisboa
ESTÃO A QUERER TIRAR HABILITAÇÃO NAS LICENCIATURAS ANTES DE BOLONHA
As antigas licenciaturas de CINCO anos ou bacharéis de TRÊS anos estão
legal e actualmente integradas num patamar inferior relativamente aos
mestrados integrados pós-bolonha de CINCO anos e às licenciaturas
pós-bolonha de TRÊS anos (por exemplo quando se candidata a trabalhos
ou a bolsas de investigação ou concursos na função pública...)
NÃO TEM LÓGICA NENHUMA E É UMA INJUSTIÇA TOTAL.
Quem se sacrificou CINCO anos para tirar um curso tem ainda de
realizar mais um mestrado de DOIS anos (SETE ANOS NO TOTAL) para
chegar ao patamar dos pós-bolonha! Haja paciência ou justiça!
As antigas licenciaturas de CINCO anos ou bacharéis de TRÊS anos estão
legal e actualmente integradas num patamar inferior relativamente aos
mestrados integrados pós-bolonha de CINCO anos e às licenciaturas
pós-bolonha de TRÊS anos (por exemplo quando se candidata a trabalhos
ou a bolsas de investigação ou concursos na função pública...)
NÃO TEM LÓGICA NENHUMA E É UMA INJUSTIÇA TOTAL.
Quem se sacrificou CINCO anos para tirar um curso tem ainda de
realizar mais um mestrado de DOIS anos (SETE ANOS NO TOTAL) para
chegar ao patamar dos pós-bolonha! Haja paciência ou justiça!
PS aumenta distância do PSD
Legislativas 2009
O barómetro Marktest para a TSF e Diário Económico indica que o empate do início do mês está desfeito, com o PS a distanciar-se do PSD. O Partido Socialista regista 40 por cento das intenções de voto, contra os 31,6 dos social-democratas, que estão em ligeira quebra.
Desfeito o empate do início do mês, o PS distancia-se do PSD, e regista agora, a quatro dias das eleições, 40 por cento das intenções de voto, contra os 31,6 por cento dos social-democratas que estão em queda ligeira.
O Bloco de Esquerda registou um tombo dos 16 para os actuais 9 por cento, mas mantem-se ainda como a terceira força política.
Sobem o CDS-PP, que surge pela primeira vez em quarto, com 8,2 por cento e a CDU que, embora esteja no fim da tabela neste barómetro Marktest para a TSF e Diário Económico, sobe ligeiramente em relação ao início do mês e conta agora com 7,2 por cento das intenções de voto.
A poucos dias do voto sobressai o número de indecisos, que de acordo com os dados em bruto do barómetro, é de 37 por cento, sobretudo, no Litoral Centro e no Sul.
A grande diferença entre este estudo e o anterior, antes do início da campanha eleitoral, é o leque mais alargado de eventuais entendimentos parlamentares para um PS que regista uma minoria.
O Bloco de Esquerda já não é o único parceiro provável, excluindo um cenário de bloco central, à direita, o CDS-PP, e à esquerda, a CDU e o Bloco, surgem agora como possíveis soluções para entendimentos com um governo minoritário do PS.
O barómetro Marktest para a TSF e Diário Económico indica que o empate do início do mês está desfeito, com o PS a distanciar-se do PSD. O Partido Socialista regista 40 por cento das intenções de voto, contra os 31,6 dos social-democratas, que estão em ligeira quebra.
Desfeito o empate do início do mês, o PS distancia-se do PSD, e regista agora, a quatro dias das eleições, 40 por cento das intenções de voto, contra os 31,6 por cento dos social-democratas que estão em queda ligeira.
O Bloco de Esquerda registou um tombo dos 16 para os actuais 9 por cento, mas mantem-se ainda como a terceira força política.
Sobem o CDS-PP, que surge pela primeira vez em quarto, com 8,2 por cento e a CDU que, embora esteja no fim da tabela neste barómetro Marktest para a TSF e Diário Económico, sobe ligeiramente em relação ao início do mês e conta agora com 7,2 por cento das intenções de voto.
A poucos dias do voto sobressai o número de indecisos, que de acordo com os dados em bruto do barómetro, é de 37 por cento, sobretudo, no Litoral Centro e no Sul.
A grande diferença entre este estudo e o anterior, antes do início da campanha eleitoral, é o leque mais alargado de eventuais entendimentos parlamentares para um PS que regista uma minoria.
O Bloco de Esquerda já não é o único parceiro provável, excluindo um cenário de bloco central, à direita, o CDS-PP, e à esquerda, a CDU e o Bloco, surgem agora como possíveis soluções para entendimentos com um governo minoritário do PS.
23/09/09
ESCOLHA DE PAREDES FOI DEMOCRÁTICA E LEGAL
É UM EXEMPLO PARA OS OUTROS PARTIDOS
ANA PENAS NÃO TEM RAZÃO
BALONA TAMBÉM NÃO
1. A oposição ao PS, está a fazer correr em Alcácer, a ideia de que a escolha do cabeça de lista PS, não respeitou os estatutos do partido, que não foi democrática.
Em entrevista ao Setúbal na Rede (que pode ser vista aqui, em publicação do dia 09 de Setembro, a candidata pelo BE, Ana Penas, pôs abertamente em causa, a democraticidade da escolha de Paredes para cabeça de lista. O jornalista deveria ter-lhe perguntado como é a democracia no Bloco de Esquerda...
Ora, Ana Penas não tem qualquer razão e, fá-lo apenas, por razões eleitoralistas, atirando poeira para os olhos dos eleitores na esperança de recolher alguns votos da área PS.
Também Balona, na mesma série de entrevistas e que pode ser vista aqui em 03 de Setembro, já é, politicamente mais cauteloso que Penas e diz que no partido dele isso não aconteceria.
Na verdade, como num partido que não é democrático e vive contrafeito nesta "democracia burguesa" e de mercado, poderia ter sido tratado tão democraticamente, um tal facto político?
Como num partido que não é da liberdade nem é de homens livres, seria possível dar liberdade (ou tomá-la) e respeitar as posições de cada um?
Essa crítica feita ao PS é pura mentira, que importa desmascarar veementemente
2. A escolha de Pedro Paredes para cabeça de lista, foi decidida pelo PS, da forma mais democrática, aberta e legal, como se poderá ver a seguir e é exemplo para os outros partidos, que deviam olhar para dentro de si e auto criticarem-se pelo fechamento em que vivem e deviam decidir mudar de vida, para bem da democracia e do desenvolvimento do concelho.
3. Não tem pois, o Clube de Politica de Alcácer do Sal, qualquer dúvida ou reparo, quanto ao processo de escolha de Paredes. Mas espera que Paredes saiba utilizar o poder que o partido decidiu colocar em suas mãos, arrancando uma vitória eleitoral e unindo o partindo e congregando todas as energias e vontades.Todavia, lamentamos que se tenha chegado ao ponto a que se chegou não se tendo sabido resolver localmente o conflito e tendo sido necessária o recurso às estruturas de cúpula.Há cerca de dois anos, quando se revelaram divisões sem sentido - porque assentavam numa base de poder pessoal e não em ideários e programas diferentes, que isso sim, seria salutar - combatemos, dentro do partido, procurando provocar o esclarecimento que se impunha e a definição do que mais interessasse. Mas não soubemos ser suficientemente compreendidos - fomos até, diabolizados por alguns - e não conseguimos fazer valer os nossos pontos de vista, convencendo que era aquele o momento certo, para alterar o que houvesse a alterar. E, assim, continuaram a desenvolver-se posicionamentos contraditórios e nefastos. O resultado está agora a vista: o problema arrastou-se até à boca da eleição, com os custos e perigos inerentes.
4. Não se debelaram em devido tempo, as contradições, as lutas e comportamentos prejudiciais, mas ainda assim, o PS soube decidir aberta, democrática e no pleno cumprimento dos estatutos a crise surgida em Alcácer quanto ao cabeça de lista para o acto eleitoral do próximo mês.
5. Qualquer outro partido resolveria uma situação idêntica de maneira aligeirada ou impositivo. Na verdade, que outro partido levaria até às cúpulas máximas, uma disputa quanto ao cabeça de lista de um concelho de uma dezena de milhar de eleitores? Pelo menos não levaria desta maneira tão democrática, com discussões plenárias e votações. E à luz do dia. Com a imprensa a cobrir o conflito. Noutro partido, numa mesma situação, possivelmente seriam afastados uns, advertidos outros, escondida a questão e o jogo, fechando-se o assunto à sociedade. E tudo apareceria finalmente, como se nada tivesse acontecido ou mais ou menos.Mas o PS, felizmente, não é assim. O PS quer fazer tudo às claras, quer que a sociedade participe o mais possível, na vida politica que é, afinal, de todos nós. Esta diferença dá uma superioridade moral ao PS, que orgulha o militante socialista e que só pode criar simpatia no eleitorado, porque demonstra que o PS é o partido mais maduro, sério, estável e sustentado e que quando surgem problemas aqui e ali, está a estrutura partidária para garantir a sustentação, a ética, os princípios e os valores.Pela primeira vez em Alcácer, uma "guerra" interna de um partido, foi colocada á vista da sociedade.
PORQUE APARECEU BALONA, GRANITO E PENAS?
Sabem os alcacerenses, por acaso, como foi o modo e os critérios adoptados pelos outros partidos, na escolha dos cabeças de lista?
Sabem porque apareceu António Balona, Joaquim Granito, Ana Penas?
Ninguém sabe!
Alguém sabe porque em menos de nada, desapareceu Matias e apareceu Balona?
Ninguém sabe!
Alguém sabe porque da noite para o dia, foram substituídos no Executivo Camarário os três vereadores da CDU?
Ninguém pode saber porque a explicação da CDU, em curto comunicado, foi a de razões de saúde e profissionais.
O QUE SE PASSOU NO PS?
6. Resumidamente, relatamos o que se passou, para que todo o alcacerense ajuíze e conheça as qualidades e os defeitos do PS- Alcácer.
a) em princípios do presente ano, a Federação de Setúbal, inclinou-se a favor da recandidatura de P Paredes (no PS, ao nível nacional, em mais de 90% dos casos verifica-se a recandidatura) tendo o Presidente da Federação, V. Ramalho falado que Paredes deveria ser o candidato.
b) entretanto, O PS nacional encomendou à firma Eurosondagem, uma pesquisa de opinião em Alcácer, para avaliar qual entre os três interessados em serem cabeça de lista (P. Paredes, João Massano, Duarte Lynce) teria mais apoio no eleitorado. Os resultados não deixaram dúvidas. Paredes foi escolhido com uma distância enorme, em relação aos outros dois nomes.
c) seguidamente, houve reuniões em Lisboa, com o Secretário Nacional para as autarquias, o Presidente da Federação e Paredes, na qualidade de escolhido e Massano, na qualidade de Presidente da Comissão Política Concelhia, onde ficou assente que o cabeça de lista seria Paredes.
d) em seguida, Paredes anuncia à imprensa que é o candidato
e) entretanto, aquele acordo começou a revelar-se não pacífico entre Massano e Paredes
f) Massano, Presidente da Concelhia, convocou a Comissão Politica que reuniu para decidir sobre a formação das listas. Num processo pouco preparado, João Massano submeteu a votação, uma lista por si encabeçada e Paredes apresentou outra. Na votação Massano obteve 12 votos e Paredes 2.
Ora,
Com base nos estatutos, é a C. Politica Concelhia que normalmente escolhe as listas, mas pode a Federação e a Comissão Política Nacional avocar (chamar a si) o processo da formação das listas.E foi o que aconteceu.
O Secretariado da Federação decidiu que devia desencadear o processo de avocação do caso Alcácer, sobrepondo-se àquela decisão da Concelhia, uma vez que havia sido acordado anteriormente que seria Paredes e não havia dúvidas que era um candidato muito mais popular que Massano. E assim, na reunião da Federação (Setúbal) foi discutido o caso Alcácer com intervenção de Paredes, Massano, Lynce e muitos outros militantes de Alcácer e de outros concelhos, tendo a votação - para avocação ou não - dado um resultado de 21 votos contra e 31 a favor da avocação. Como era necessário dois terços dos votos para permitir a avocação, o processo não foi avocado na Federação, tendo subido a C. P. Nacional, onde foi em reunião do dia 24 de Julho, decidido, por unanimidade, avocar o processo, confirmado P. Paredes para cabeça de lista e dado a este, poderes para elaborar as listas juntamente com o Presidente da Federação e o Secretário Nacional para as autárquicas.Ao que sabemos, nessa reunião da C. P. Nacional, foi mesmo o presidente do partido, Almeida Santos, que explanou a situação Alcácer.
Repetimos
Nenhum outro partido tratava esta questão de um concelho com poucos milhares de eleitores, de modo tão respeitoso, ético, aberto, democrático e legal como aconteceu no PS
No PS-Alcácer finalmente discute-se política e faz-se política! Está-se em fase adiantada de assentar uma estratégia política para o concelho. No partido há já um plano de governação para a Câmara, moderno, competitivo de mudança, com visão estratégica, daquilo que hoje se chama a "nova governação".
Foi posto em curso no PS, finalmente, um processo imparável de dinamismo político.
E nos outros partidos já se discute política e já se faz política? Ou ainda continua tudo como dantes, que em grupo fechado se escolhem os mais próximos para candidatos e quanto a ideias novas, programa político, plano de governação ou de oposição à governação, zero?
Os Alcacerenses que respondam.
Mas, nós adiantamos a nossa resposta: infelizmente os outros partidos ainda não arrancaram. Ainda não deram conta que é necessário enterrar o estilo velho de fazer política e caminhar por um estilo novo, em que as pessoas não estejam na política para garantirem um qualquer poder mas por espírito de missão. Em que os partidos tomem uma postura de ambição, risco, visão, competitividade, solidariedade e sejam exemplo e mobilizem e envolvam a sociedade ao contrário do que hoje fazem, que se fecham e afastam.
Infelizmente, ainda não deram conta que arrancou no concelho, um forte surto empresarial no sector do turismo, porque finalmente, estão a ser enterradas as leis que o proibiam e por essa forma proibiram o desenvolvimento de Alcácer. E, se em Alcácer não houver uma direcção política de competência, os alcacerenses não tirarão todas as vantagens deste surto de desenvolvimento.
Os alcacerenses saberão reconhecer que é o PS o partido que vai saber dar a direcção política certa, para o concelho.
VILELA BORGES
ANA PENAS NÃO TEM RAZÃO
BALONA TAMBÉM NÃO
1. A oposição ao PS, está a fazer correr em Alcácer, a ideia de que a escolha do cabeça de lista PS, não respeitou os estatutos do partido, que não foi democrática.
Em entrevista ao Setúbal na Rede (que pode ser vista aqui, em publicação do dia 09 de Setembro, a candidata pelo BE, Ana Penas, pôs abertamente em causa, a democraticidade da escolha de Paredes para cabeça de lista. O jornalista deveria ter-lhe perguntado como é a democracia no Bloco de Esquerda...
Ora, Ana Penas não tem qualquer razão e, fá-lo apenas, por razões eleitoralistas, atirando poeira para os olhos dos eleitores na esperança de recolher alguns votos da área PS.
Também Balona, na mesma série de entrevistas e que pode ser vista aqui em 03 de Setembro, já é, politicamente mais cauteloso que Penas e diz que no partido dele isso não aconteceria.
Na verdade, como num partido que não é democrático e vive contrafeito nesta "democracia burguesa" e de mercado, poderia ter sido tratado tão democraticamente, um tal facto político?
Como num partido que não é da liberdade nem é de homens livres, seria possível dar liberdade (ou tomá-la) e respeitar as posições de cada um?
Essa crítica feita ao PS é pura mentira, que importa desmascarar veementemente
2. A escolha de Pedro Paredes para cabeça de lista, foi decidida pelo PS, da forma mais democrática, aberta e legal, como se poderá ver a seguir e é exemplo para os outros partidos, que deviam olhar para dentro de si e auto criticarem-se pelo fechamento em que vivem e deviam decidir mudar de vida, para bem da democracia e do desenvolvimento do concelho.
3. Não tem pois, o Clube de Politica de Alcácer do Sal, qualquer dúvida ou reparo, quanto ao processo de escolha de Paredes. Mas espera que Paredes saiba utilizar o poder que o partido decidiu colocar em suas mãos, arrancando uma vitória eleitoral e unindo o partindo e congregando todas as energias e vontades.Todavia, lamentamos que se tenha chegado ao ponto a que se chegou não se tendo sabido resolver localmente o conflito e tendo sido necessária o recurso às estruturas de cúpula.Há cerca de dois anos, quando se revelaram divisões sem sentido - porque assentavam numa base de poder pessoal e não em ideários e programas diferentes, que isso sim, seria salutar - combatemos, dentro do partido, procurando provocar o esclarecimento que se impunha e a definição do que mais interessasse. Mas não soubemos ser suficientemente compreendidos - fomos até, diabolizados por alguns - e não conseguimos fazer valer os nossos pontos de vista, convencendo que era aquele o momento certo, para alterar o que houvesse a alterar. E, assim, continuaram a desenvolver-se posicionamentos contraditórios e nefastos. O resultado está agora a vista: o problema arrastou-se até à boca da eleição, com os custos e perigos inerentes.
4. Não se debelaram em devido tempo, as contradições, as lutas e comportamentos prejudiciais, mas ainda assim, o PS soube decidir aberta, democrática e no pleno cumprimento dos estatutos a crise surgida em Alcácer quanto ao cabeça de lista para o acto eleitoral do próximo mês.
5. Qualquer outro partido resolveria uma situação idêntica de maneira aligeirada ou impositivo. Na verdade, que outro partido levaria até às cúpulas máximas, uma disputa quanto ao cabeça de lista de um concelho de uma dezena de milhar de eleitores? Pelo menos não levaria desta maneira tão democrática, com discussões plenárias e votações. E à luz do dia. Com a imprensa a cobrir o conflito. Noutro partido, numa mesma situação, possivelmente seriam afastados uns, advertidos outros, escondida a questão e o jogo, fechando-se o assunto à sociedade. E tudo apareceria finalmente, como se nada tivesse acontecido ou mais ou menos.Mas o PS, felizmente, não é assim. O PS quer fazer tudo às claras, quer que a sociedade participe o mais possível, na vida politica que é, afinal, de todos nós. Esta diferença dá uma superioridade moral ao PS, que orgulha o militante socialista e que só pode criar simpatia no eleitorado, porque demonstra que o PS é o partido mais maduro, sério, estável e sustentado e que quando surgem problemas aqui e ali, está a estrutura partidária para garantir a sustentação, a ética, os princípios e os valores.Pela primeira vez em Alcácer, uma "guerra" interna de um partido, foi colocada á vista da sociedade.
PORQUE APARECEU BALONA, GRANITO E PENAS?
Sabem os alcacerenses, por acaso, como foi o modo e os critérios adoptados pelos outros partidos, na escolha dos cabeças de lista?
Sabem porque apareceu António Balona, Joaquim Granito, Ana Penas?
Ninguém sabe!
Alguém sabe porque em menos de nada, desapareceu Matias e apareceu Balona?
Ninguém sabe!
Alguém sabe porque da noite para o dia, foram substituídos no Executivo Camarário os três vereadores da CDU?
Ninguém pode saber porque a explicação da CDU, em curto comunicado, foi a de razões de saúde e profissionais.
O QUE SE PASSOU NO PS?
6. Resumidamente, relatamos o que se passou, para que todo o alcacerense ajuíze e conheça as qualidades e os defeitos do PS- Alcácer.
a) em princípios do presente ano, a Federação de Setúbal, inclinou-se a favor da recandidatura de P Paredes (no PS, ao nível nacional, em mais de 90% dos casos verifica-se a recandidatura) tendo o Presidente da Federação, V. Ramalho falado que Paredes deveria ser o candidato.
b) entretanto, O PS nacional encomendou à firma Eurosondagem, uma pesquisa de opinião em Alcácer, para avaliar qual entre os três interessados em serem cabeça de lista (P. Paredes, João Massano, Duarte Lynce) teria mais apoio no eleitorado. Os resultados não deixaram dúvidas. Paredes foi escolhido com uma distância enorme, em relação aos outros dois nomes.
c) seguidamente, houve reuniões em Lisboa, com o Secretário Nacional para as autarquias, o Presidente da Federação e Paredes, na qualidade de escolhido e Massano, na qualidade de Presidente da Comissão Política Concelhia, onde ficou assente que o cabeça de lista seria Paredes.
d) em seguida, Paredes anuncia à imprensa que é o candidato
e) entretanto, aquele acordo começou a revelar-se não pacífico entre Massano e Paredes
f) Massano, Presidente da Concelhia, convocou a Comissão Politica que reuniu para decidir sobre a formação das listas. Num processo pouco preparado, João Massano submeteu a votação, uma lista por si encabeçada e Paredes apresentou outra. Na votação Massano obteve 12 votos e Paredes 2.
Ora,
Com base nos estatutos, é a C. Politica Concelhia que normalmente escolhe as listas, mas pode a Federação e a Comissão Política Nacional avocar (chamar a si) o processo da formação das listas.E foi o que aconteceu.
O Secretariado da Federação decidiu que devia desencadear o processo de avocação do caso Alcácer, sobrepondo-se àquela decisão da Concelhia, uma vez que havia sido acordado anteriormente que seria Paredes e não havia dúvidas que era um candidato muito mais popular que Massano. E assim, na reunião da Federação (Setúbal) foi discutido o caso Alcácer com intervenção de Paredes, Massano, Lynce e muitos outros militantes de Alcácer e de outros concelhos, tendo a votação - para avocação ou não - dado um resultado de 21 votos contra e 31 a favor da avocação. Como era necessário dois terços dos votos para permitir a avocação, o processo não foi avocado na Federação, tendo subido a C. P. Nacional, onde foi em reunião do dia 24 de Julho, decidido, por unanimidade, avocar o processo, confirmado P. Paredes para cabeça de lista e dado a este, poderes para elaborar as listas juntamente com o Presidente da Federação e o Secretário Nacional para as autárquicas.Ao que sabemos, nessa reunião da C. P. Nacional, foi mesmo o presidente do partido, Almeida Santos, que explanou a situação Alcácer.
Repetimos
Nenhum outro partido tratava esta questão de um concelho com poucos milhares de eleitores, de modo tão respeitoso, ético, aberto, democrático e legal como aconteceu no PS
No PS-Alcácer finalmente discute-se política e faz-se política! Está-se em fase adiantada de assentar uma estratégia política para o concelho. No partido há já um plano de governação para a Câmara, moderno, competitivo de mudança, com visão estratégica, daquilo que hoje se chama a "nova governação".
Foi posto em curso no PS, finalmente, um processo imparável de dinamismo político.
E nos outros partidos já se discute política e já se faz política? Ou ainda continua tudo como dantes, que em grupo fechado se escolhem os mais próximos para candidatos e quanto a ideias novas, programa político, plano de governação ou de oposição à governação, zero?
Os Alcacerenses que respondam.
Mas, nós adiantamos a nossa resposta: infelizmente os outros partidos ainda não arrancaram. Ainda não deram conta que é necessário enterrar o estilo velho de fazer política e caminhar por um estilo novo, em que as pessoas não estejam na política para garantirem um qualquer poder mas por espírito de missão. Em que os partidos tomem uma postura de ambição, risco, visão, competitividade, solidariedade e sejam exemplo e mobilizem e envolvam a sociedade ao contrário do que hoje fazem, que se fecham e afastam.
Infelizmente, ainda não deram conta que arrancou no concelho, um forte surto empresarial no sector do turismo, porque finalmente, estão a ser enterradas as leis que o proibiam e por essa forma proibiram o desenvolvimento de Alcácer. E, se em Alcácer não houver uma direcção política de competência, os alcacerenses não tirarão todas as vantagens deste surto de desenvolvimento.
Os alcacerenses saberão reconhecer que é o PS o partido que vai saber dar a direcção política certa, para o concelho.
VILELA BORGES
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