Tribunal desbloqueia resort em Grândola
O Tribunal Central Administrativo de Lisboa indeferiu a providência cautelar intentada pela Quercus, em 2007, que levou à suspensão das obras do resort da Costa Terra, no concelho de Grândola.
Responsáveis pelo empreendimento salientam que esta decisão judicial “repõe a legitimidade de um projecto estruturante”.
Por sua vez a Câmara Municipal de Grândola, em comunicado, realçou a decisão do tribunal, que “vem confirmar a justeza da Câmara na aposta do desenvolvimento do litoral alentejano e do município”.
Com isto perderam-se dois anos, com que prejuízo para para o empreendimento, para a região e o pais!
Importa que a empresa e a Câmara façam e noticiem, os cálculos desse prejuízo, para que o pais tome consciência de quanto se perde em entraves injustificados e em decisões lentas.
25/07/09
Paredes mandatado para elaborar listas
Vitor Ramalho, Presidente da Federação PS, declarou-nos que #a votação foi por unanimidade indicando Pedro Paredes como candidato do PS a Alcácer.A lista deve ser elaborada por ele com o apoio do Secretario Nacional para as autarquias e Secretario Federativo#
PAREDES O CABEÇA DE LISTA
em primeira mão
Foi decidido esta noite, na Comissão Politica Nacional, em Lisboa,avocar o processo das listas concorrentes à Câmara de Alcácer, por unanimidade.
Paredes foi o escolhido e Miranda Calha, responsável pelas autarquias vai agora, juntamente com Paredes, elaborar as listas.
Como é sabido, Paredes tem afirmado não aceitar o nome de João Massano para o Executivo, pelo que a lista deverá ter, nos três primeiros lugares, os nomes de Paredes, Helder Serafim e Isabel Vicente.
Mais tarde voltaremos a este assunto
Foi decidido esta noite, na Comissão Politica Nacional, em Lisboa,avocar o processo das listas concorrentes à Câmara de Alcácer, por unanimidade.
Paredes foi o escolhido e Miranda Calha, responsável pelas autarquias vai agora, juntamente com Paredes, elaborar as listas.
Como é sabido, Paredes tem afirmado não aceitar o nome de João Massano para o Executivo, pelo que a lista deverá ter, nos três primeiros lugares, os nomes de Paredes, Helder Serafim e Isabel Vicente.
Mais tarde voltaremos a este assunto
24/07/09
Paredes ou Massano sabe-se esta noite
A Comissão Politica Nacional do PS, tem reunião marcada para hoje, sexta feira, pelas 21h00, estando a questão de Alcácer, na ordem de trabalhos.
A decisão final quanto ao cabeça de lista para Alcácer, será tomada esta noite.
A decisão final quanto ao cabeça de lista para Alcácer, será tomada esta noite.
PAREDES OU MASSANO? Decidido até ao fim de semana. Massano parece mais provável
Vai ser a Comissão Política Nacional do PS, quem vai decidir quem é o candidato à Câmara de Alcácer, após a Federação de Setúbal, na reunião de ontem, não ter chegado a uma conclusão sobre a contenda.
Rejeitada que foi, nessa reunião, a proposta apresentada à Comissão Política Distrital, de conceder plenos poderes aos responsáveis nacionais pelas autarquias, para decidirem sobre as listas de Alcácer, seguiu-se outra proposta de V Ramalho, Presidente da Distrital, para ser votada a mesma equipa do actual Executivo, portanto com Massano em 2º lugar.
Não vislumbramos a virtualidade desta fórmula, uma vez que estão radicalizadas as posições entre as duas facções e P. Paredes tem afirmado, repetidamente, não querer trabalhar com Massano no Executivo. De qualquer forma, essa proposta não foi aprovada, porque necessitava de maioria qualificada e o resultado da votação foi 31 votos contra 21.
As intervenções de Duarte Faria e Luís Nunes, a favor da decisão da Comissão Política Concelhia e, portanto, de Massano e também, as intervenções do próprio Massano, terão sido influentes no decurso dos trabalhos, tendo-se manifestado bom apoio do aparelho partidário, a favor da decisão da Concelhia e, na não ultrapassagem dos estatutos do partido, que dão à C. Concelhia poderes para decidir sobre as listas autárquicas. Apenas em casos excepcionais, os órgãos superiores à Concelhia podem avocar o processo o que foi feito pela Federação, mas uma vez que não foi obtida votação suficiente para a proposta apresentada por V. Ramalho, a solução do caso seguiu para a Comissão Política Nacional.
Encontra-se, agora, neste órgão, com carácter de urgência, dado que faltam apenas três semanas para apresentação das listas e ainda é necessário constituí-las! Pensa-se, por isso, que ainda esta semana seja tomada a decisão final.
A Comissão Política Nacional decidirá então, em definitivo, se é Paredes ou Massano o cabeça de lista. È claro que, teoricamente, se podem colocar outras hipóteses, como um terceiro nome ou a imposição dos nomes do actual Executivo, o que não parece sensato nem viável, de todo.
Achamos, por outro lado, difícil que a C. P. Nacional queira arcar com a responsabilidade de contrariar os estatutos e ir contra a decisão da Concelhia que foi expressa por 85% dos votos e que não foi derrubada na Distrital.
De momento o CPAS diz o seguinte:
1. Independentemente das razões que geraram este impasse e que a seu tempo analisaremos, o processo está a ser tratado em boa prática democrática e estatutária.
2. Nesse ponto, o PS dá um bom exemplo aos outros partidos, pois que o CDS o PSD e o BE, nem tão pouco têm estrutura partidária no concelho e, a CDU, resolve este tipo de conflitos à porta fechada, de costas para a população de que tanto fala e por meios pouco democráticos.Ainda agora afastou o candidato Matias e escolheu Balona, escamoteando a Alcácer os critérios e as razões. Trocou, de uma assentada, os três vereadores que tinha na autarquia, sem minimamente explicar, ao eleitorado, que esse facto não colidia com o voto que havia sido depositado nas urnas.
Rejeitada que foi, nessa reunião, a proposta apresentada à Comissão Política Distrital, de conceder plenos poderes aos responsáveis nacionais pelas autarquias, para decidirem sobre as listas de Alcácer, seguiu-se outra proposta de V Ramalho, Presidente da Distrital, para ser votada a mesma equipa do actual Executivo, portanto com Massano em 2º lugar.
Não vislumbramos a virtualidade desta fórmula, uma vez que estão radicalizadas as posições entre as duas facções e P. Paredes tem afirmado, repetidamente, não querer trabalhar com Massano no Executivo. De qualquer forma, essa proposta não foi aprovada, porque necessitava de maioria qualificada e o resultado da votação foi 31 votos contra 21.
As intervenções de Duarte Faria e Luís Nunes, a favor da decisão da Comissão Política Concelhia e, portanto, de Massano e também, as intervenções do próprio Massano, terão sido influentes no decurso dos trabalhos, tendo-se manifestado bom apoio do aparelho partidário, a favor da decisão da Concelhia e, na não ultrapassagem dos estatutos do partido, que dão à C. Concelhia poderes para decidir sobre as listas autárquicas. Apenas em casos excepcionais, os órgãos superiores à Concelhia podem avocar o processo o que foi feito pela Federação, mas uma vez que não foi obtida votação suficiente para a proposta apresentada por V. Ramalho, a solução do caso seguiu para a Comissão Política Nacional.
Encontra-se, agora, neste órgão, com carácter de urgência, dado que faltam apenas três semanas para apresentação das listas e ainda é necessário constituí-las! Pensa-se, por isso, que ainda esta semana seja tomada a decisão final.
A Comissão Política Nacional decidirá então, em definitivo, se é Paredes ou Massano o cabeça de lista. È claro que, teoricamente, se podem colocar outras hipóteses, como um terceiro nome ou a imposição dos nomes do actual Executivo, o que não parece sensato nem viável, de todo.
Achamos, por outro lado, difícil que a C. P. Nacional queira arcar com a responsabilidade de contrariar os estatutos e ir contra a decisão da Concelhia que foi expressa por 85% dos votos e que não foi derrubada na Distrital.
De momento o CPAS diz o seguinte:
1. Independentemente das razões que geraram este impasse e que a seu tempo analisaremos, o processo está a ser tratado em boa prática democrática e estatutária.
2. Nesse ponto, o PS dá um bom exemplo aos outros partidos, pois que o CDS o PSD e o BE, nem tão pouco têm estrutura partidária no concelho e, a CDU, resolve este tipo de conflitos à porta fechada, de costas para a população de que tanto fala e por meios pouco democráticos.Ainda agora afastou o candidato Matias e escolheu Balona, escamoteando a Alcácer os critérios e as razões. Trocou, de uma assentada, os três vereadores que tinha na autarquia, sem minimamente explicar, ao eleitorado, que esse facto não colidia com o voto que havia sido depositado nas urnas.
23/07/09
Partido Socialista – Setúbal
Eleições Legislativas
Cabrita em 2º lugar
Euridice Pereira em 3º /strong>
Vítor Ramalho, Presidente da Comissão Política Distrital de Setúbal, não vai integrar a lista de deputados, declarando -“Sou um militante da cidadania”.
Euridice Pereira, actual Governadora Civil de Setúbal, ocupa o 3º lugar na lista do Partido Socialista, nas próximas eleições legislativas.
Por sua vez, Eduardo Cabrita, Secretário de Estado Adjunto e da Administração Local, será o segundo na lista, a qual terá como cabeça, Vieira da Silva, Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, por proposta de Vítor Ramalho
Pedro Marques, Secretário de Estado da Segurança Social,será o $º nome e em 5º lugar aparece Ana Catarina Mendes, e a jovem Catarina Marcelino, líder do Departamentos de Mulheres do Distrito de Setúbal, surge em 6º lugar.
O 7º lugar na lista será de indicação do Secretário-Geral, José Sócrates, e o 8º lugar será ocupado por Luis Gonelha, Presidente da Comissão Politica Concelhia do PS Setúbal. Em nono aparecerá, Sofia Cabral, vereadora da Câmara Municipal do Barreiro, e em 10º constará Amílcar Romano, presidente da Comissão Política Concelhia do Barreiro.
“Sou um militante da cidadania
Vítor Ramalho, presidente da Comissão Política Distrital de Setúbal não vai integrar a lista de deputados.
Vítor Ramalho foi convidado pela Comissão Política Distrital para ocupar o 2º lugar na lista de Setúbal, mas não aceitou o convite, salientando que pretende na sua acção politica “estar ao lado dos soldados” e que é "um militante da cidadania".
Eleições Legislativas
Cabrita em 2º lugar
Euridice Pereira em 3º /strong>
Vítor Ramalho, Presidente da Comissão Política Distrital de Setúbal, não vai integrar a lista de deputados, declarando -“Sou um militante da cidadania”.
Euridice Pereira, actual Governadora Civil de Setúbal, ocupa o 3º lugar na lista do Partido Socialista, nas próximas eleições legislativas.
Por sua vez, Eduardo Cabrita, Secretário de Estado Adjunto e da Administração Local, será o segundo na lista, a qual terá como cabeça, Vieira da Silva, Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, por proposta de Vítor Ramalho
Pedro Marques, Secretário de Estado da Segurança Social,será o $º nome e em 5º lugar aparece Ana Catarina Mendes, e a jovem Catarina Marcelino, líder do Departamentos de Mulheres do Distrito de Setúbal, surge em 6º lugar.
O 7º lugar na lista será de indicação do Secretário-Geral, José Sócrates, e o 8º lugar será ocupado por Luis Gonelha, Presidente da Comissão Politica Concelhia do PS Setúbal. Em nono aparecerá, Sofia Cabral, vereadora da Câmara Municipal do Barreiro, e em 10º constará Amílcar Romano, presidente da Comissão Política Concelhia do Barreiro.
“Sou um militante da cidadania
Vítor Ramalho, presidente da Comissão Política Distrital de Setúbal não vai integrar a lista de deputados.
Vítor Ramalho foi convidado pela Comissão Política Distrital para ocupar o 2º lugar na lista de Setúbal, mas não aceitou o convite, salientando que pretende na sua acção politica “estar ao lado dos soldados” e que é "um militante da cidadania".
MASSANO CONTINUA O CANDIDATO
Listas para a Câmara/PS
Processo de avocação das listas de Alcácer do Sal foi rejeitado
Permanece válida a deliberação da Concelhia Política de Alcácer do Sal, que havia escolhido João Massano para cabeça de lista/PS.
Pedro Paredes,actual Presidente anunciara a sua recandidatura, dizendo que estava mandatado pelas cúpulas do Partido e que apenas um ou dois membros da Comissão Política Concelhia estavam contra o seu nome. Todavia a reunião da Comissão Política que tratou o tema veioa aescolher Massano por 12 votos contra 2 para Paredes.
Comunicado da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Alcácer do Sal.
Tivemos acesso há instantes, a um comunicado da C.P.C. em que se afirma:
“A Comissão Política Distrital de Setúbal do PS, reunida ontem, deliberou, sob proposta do Presidente da Federação, Vitor Ramalho, aprovar, por maioria simples, uma lista de candidatos aos 4 primeiros lugares da Câmara Municipal de Alcácer do Sal.
Na essência, a proposta coincide com a designação dos actuais membros do Executivo, eleitos pela lista do PS, incluindo-se a presença do Presidente da Concelhia do PS, João Massano, como número dois da lista, distinta da deliberação que havia sido tomada pela própria Concelhia, no passado dia 6 de Julho.” – refere um comunicado da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Alcácer do Sal.
Plenamente válida a escolha de João Massano para cabeça de lista
“Contudo, não tendo sido obtida uma maioria qualificada na votação dos membros presentes, a avocação do processo foi rejeitada.
Mantém-se, portanto, plenamente válida a deliberação da Concelhia que havia escolhido João Massano para cabeça de lista.
Recorde-se que o actual Presidente da Câmara, Pedro Paredes, já havia anunciado a sua recandidatura pelo PS, muito antes da Concelhia se pronunciar sobre o assunto e que o próprio Vitor Ramalho veio declarar, publicamente, o seu apoio à candidatura de Paredes.” – acrescenta o comunicado.
Processo de avocação foi votado e rejeitado pela Comissão Política Distrital
Refere ainda o comunicado que se “trata, apenas, do cumprimento dos Estatutos do Partido Socialista que comete às Concelhias a decisão da escolha dos candidatos às listas do Município e que só, muito excepcionalmente, se procede à avocação destes processos de candidaturas. Neste caso, o processo de avocação foi votado e rejeitado pela Comissão Política Distrital”.
Mais tarde contamos voltar a este assunto.
Processo de avocação das listas de Alcácer do Sal foi rejeitado
Permanece válida a deliberação da Concelhia Política de Alcácer do Sal, que havia escolhido João Massano para cabeça de lista/PS.
Pedro Paredes,actual Presidente anunciara a sua recandidatura, dizendo que estava mandatado pelas cúpulas do Partido e que apenas um ou dois membros da Comissão Política Concelhia estavam contra o seu nome. Todavia a reunião da Comissão Política que tratou o tema veioa aescolher Massano por 12 votos contra 2 para Paredes.
Comunicado da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Alcácer do Sal.
Tivemos acesso há instantes, a um comunicado da C.P.C. em que se afirma:
“A Comissão Política Distrital de Setúbal do PS, reunida ontem, deliberou, sob proposta do Presidente da Federação, Vitor Ramalho, aprovar, por maioria simples, uma lista de candidatos aos 4 primeiros lugares da Câmara Municipal de Alcácer do Sal.
Na essência, a proposta coincide com a designação dos actuais membros do Executivo, eleitos pela lista do PS, incluindo-se a presença do Presidente da Concelhia do PS, João Massano, como número dois da lista, distinta da deliberação que havia sido tomada pela própria Concelhia, no passado dia 6 de Julho.” – refere um comunicado da Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Alcácer do Sal.
Plenamente válida a escolha de João Massano para cabeça de lista
“Contudo, não tendo sido obtida uma maioria qualificada na votação dos membros presentes, a avocação do processo foi rejeitada.
Mantém-se, portanto, plenamente válida a deliberação da Concelhia que havia escolhido João Massano para cabeça de lista.
Recorde-se que o actual Presidente da Câmara, Pedro Paredes, já havia anunciado a sua recandidatura pelo PS, muito antes da Concelhia se pronunciar sobre o assunto e que o próprio Vitor Ramalho veio declarar, publicamente, o seu apoio à candidatura de Paredes.” – acrescenta o comunicado.
Processo de avocação foi votado e rejeitado pela Comissão Política Distrital
Refere ainda o comunicado que se “trata, apenas, do cumprimento dos Estatutos do Partido Socialista que comete às Concelhias a decisão da escolha dos candidatos às listas do Município e que só, muito excepcionalmente, se procede à avocação destes processos de candidaturas. Neste caso, o processo de avocação foi votado e rejeitado pela Comissão Política Distrital”.
Mais tarde contamos voltar a este assunto.
Diminuição das desigualdades em Portugal – uma afirmação do socialismo democrático
por Catarina Marcelino
(Antropóloga)
O Instituto Nacional de Estatística publicou o resultado do inquérito ao rendimento e condições de vida das famílias realizado em 2008, referente a dados de 2007, onde se verifica a diminuição das desigualdades de 6,5 para 6,1 entre os 20% mais ricos e os 20% mais pobres.
Apesar do risco de pobreza se manter nos 18%, esta diminuição verificada nas desigualdades de rendimentos, problema persistente e apontado pela Comissão Europeia como um dos fenómenos mais difíceis de combater na sociedade portuguesa, assim como a diminuição do risco de pobreza dos idosos, que caiu de 26% para 22%, vem salientar os resultados das políticas de protecção social dos últimos anos em Portugal, nomeadamente, Rendimento Social de Inserção, Complemento Solidário para Idosos e Retribuição Mínima Garantida a que habitualmente se chama salário mínimo nacional.
Estes dados devem fazer-nos reflectir sobre o caminho que queremos para Portugal, se queremos um caminho apoiado num Estado minimalista onde a protecção social é “rasgada” e diminuída ou se queremos um Estado social que garanta aos mais desprotegidos mínimos de subsistência.
Portugal tem vindo a desenvolver nos últimos anos um Estado Social consolidado, com especial destaque para os períodos de governação socialista, assentes em princípios de progresso e de igualdade defendidos pela União Europeia - mais e melhor protecção social para todos/as.
É neste pressuposto que em 2000 surge o Rendimento Mínimo Garantido, hoje Rendimento Social de Inserção e que em 2006 é criado o Complemento Solidário para Idosos, que chega hoje a cerca de 200.000 idosos, permitindo, sob condição de recursos, apoiar as pessoas idosas mais desprotegidas cujos rendimentos estavam abaixo do limiar de pobreza, objectivo inalcançável através do aumento generalizado das pensões e cujos resultados desta medida já produziram efeitos em 2007. A taxa de pobreza da população reformada passou de 23% para 20%.
Outra realidade tida como uma das principais preocupações da União Europeia quando se avalia a pobreza e a exclusão social são os trabalhadores pobres, pessoas que trabalham, mas cujos rendimentos familiares ficam abaixo do limiar de pobreza, fenómeno que tem tendência a agudizar-se com a crise que atravessamos. O acordo histórico estabelecido em 2006, para que o salário mínimo atingisse os 500€ em 2011, é um acordo sem precedentes na História da nossa democracia e que vem proteger os trabalhadores com menores rendimentos. E dada a situação actua que o país atravessa o PS tem previsto no programa eleitoral para as legislativas de Setembro um novo apoio pecuniário dirigido às famílias trabalhadoras com filhos a cargo cujo rendimento per-capita esteja abaixo do limiar de pobreza.
Hoje, ricos e pobres estão mais próximos e esta realidade deve-se às políticas sociais, ao investimento na protecção social, à preocupação constante com as pessoas mais desfavorecidas e, digam o que disserem, esta é uma marca PS que o PSD se propõe “rasgar” caso ganhe as eleições legislativas, tal como pretende fazer com os investimentos públicos e com a tendência de gratuitidade do serviço nacional de saúde.
Esta é a diferença entre um neo-liberalismo que nos levou á actual crise e o socialismo democrático que defende o estado social, com fortes tradições europeias, e que tem permitido a Portugal combater a pobreza e as desigualdades, com forte sentido de justiça, de solidariedade e de igualdade para todos/as.
São estas diferenças que devem ser reflectidas no dia 27 de Setembro, porque quem quer vender que PS e PSD é igual não está a falar verdade, e a diminuição das desigualdades espelhadas no relatório do INE são um inequívoco resultado das políticas socialistas dum Governo responsável e determinado que se diferenciam de exigências delirantes e inconsequentes do PCP e do BE, cuja irresponsabilidade é característica daqueles que não assumirão nunca o encargo de governar Portugal.
por Catarina Marcelino
(Antropóloga)
O Instituto Nacional de Estatística publicou o resultado do inquérito ao rendimento e condições de vida das famílias realizado em 2008, referente a dados de 2007, onde se verifica a diminuição das desigualdades de 6,5 para 6,1 entre os 20% mais ricos e os 20% mais pobres.
Apesar do risco de pobreza se manter nos 18%, esta diminuição verificada nas desigualdades de rendimentos, problema persistente e apontado pela Comissão Europeia como um dos fenómenos mais difíceis de combater na sociedade portuguesa, assim como a diminuição do risco de pobreza dos idosos, que caiu de 26% para 22%, vem salientar os resultados das políticas de protecção social dos últimos anos em Portugal, nomeadamente, Rendimento Social de Inserção, Complemento Solidário para Idosos e Retribuição Mínima Garantida a que habitualmente se chama salário mínimo nacional.
Estes dados devem fazer-nos reflectir sobre o caminho que queremos para Portugal, se queremos um caminho apoiado num Estado minimalista onde a protecção social é “rasgada” e diminuída ou se queremos um Estado social que garanta aos mais desprotegidos mínimos de subsistência.
Portugal tem vindo a desenvolver nos últimos anos um Estado Social consolidado, com especial destaque para os períodos de governação socialista, assentes em princípios de progresso e de igualdade defendidos pela União Europeia - mais e melhor protecção social para todos/as.
É neste pressuposto que em 2000 surge o Rendimento Mínimo Garantido, hoje Rendimento Social de Inserção e que em 2006 é criado o Complemento Solidário para Idosos, que chega hoje a cerca de 200.000 idosos, permitindo, sob condição de recursos, apoiar as pessoas idosas mais desprotegidas cujos rendimentos estavam abaixo do limiar de pobreza, objectivo inalcançável através do aumento generalizado das pensões e cujos resultados desta medida já produziram efeitos em 2007. A taxa de pobreza da população reformada passou de 23% para 20%.
Outra realidade tida como uma das principais preocupações da União Europeia quando se avalia a pobreza e a exclusão social são os trabalhadores pobres, pessoas que trabalham, mas cujos rendimentos familiares ficam abaixo do limiar de pobreza, fenómeno que tem tendência a agudizar-se com a crise que atravessamos. O acordo histórico estabelecido em 2006, para que o salário mínimo atingisse os 500€ em 2011, é um acordo sem precedentes na História da nossa democracia e que vem proteger os trabalhadores com menores rendimentos. E dada a situação actua que o país atravessa o PS tem previsto no programa eleitoral para as legislativas de Setembro um novo apoio pecuniário dirigido às famílias trabalhadoras com filhos a cargo cujo rendimento per-capita esteja abaixo do limiar de pobreza.
Hoje, ricos e pobres estão mais próximos e esta realidade deve-se às políticas sociais, ao investimento na protecção social, à preocupação constante com as pessoas mais desfavorecidas e, digam o que disserem, esta é uma marca PS que o PSD se propõe “rasgar” caso ganhe as eleições legislativas, tal como pretende fazer com os investimentos públicos e com a tendência de gratuitidade do serviço nacional de saúde.
Esta é a diferença entre um neo-liberalismo que nos levou á actual crise e o socialismo democrático que defende o estado social, com fortes tradições europeias, e que tem permitido a Portugal combater a pobreza e as desigualdades, com forte sentido de justiça, de solidariedade e de igualdade para todos/as.
São estas diferenças que devem ser reflectidas no dia 27 de Setembro, porque quem quer vender que PS e PSD é igual não está a falar verdade, e a diminuição das desigualdades espelhadas no relatório do INE são um inequívoco resultado das políticas socialistas dum Governo responsável e determinado que se diferenciam de exigências delirantes e inconsequentes do PCP e do BE, cuja irresponsabilidade é característica daqueles que não assumirão nunca o encargo de governar Portugal.
22/07/09
MISSA 7º DIA CARLOS VILHENA
Celebra-se hoje, pelas 17h00, na Igreja de Vale do Guizo, Alcácer do Sal, a missa do 7º Dia do falecimento do Deputado Municipal, Carlos Vilhena.
Tinha 75 anos e faleceu de doença prolongada.
Era sócio Gerente da Herdade de Porches, em Alcácer do Sal.
Era Deputado Municipal pelo PSD.
O CPAS apresenta condolências à família enlutada
Celebra-se hoje, pelas 17h00, na Igreja de Vale do Guizo, Alcácer do Sal, a missa do 7º Dia do falecimento do Deputado Municipal, Carlos Vilhena.
Tinha 75 anos e faleceu de doença prolongada.
Era sócio Gerente da Herdade de Porches, em Alcácer do Sal.
Era Deputado Municipal pelo PSD.
O CPAS apresenta condolências à família enlutada
21/07/09
PS decdidirá amanhã quem é o candidato à Câmara
A Comissão Política Distrital, que é composta por cerca de 60 membros, reúne amanhã à noite e na ordem de trabalhos está incluída a formação das listas a concorrerem em Alcácer.
Nessa reunião, deve ser tomada uma posição definitiva, dado que estamos a menos de um mês da apresentação das listas.
Pedro Paredes diz-se optimista(até porque sou optimista por natureza - declarou-nos)e espera ser o escolhido, pois os membros da C.P.D.sabem que sou melhor candidato -disse-nos.
Do lado de Massano dizem esperar que a Comissão Política Distrital não ultrapasse a decisão da Comissão Política Concelhia.
O Clube de Política de Alcácer do Sal, tem expressado a opinião de que todos somos poucos para o que Alcácer hoje exige à classe política e principalmente ao P.S.
Ninguém deve ser excluído ou auto excluir-se. Toda a pessoa tem algo a dar e, em alguma coisa, sabe mais do que os outros. Por isso, qual a razão de uns quererem eliminar outros?!
O CPAS reclama da Federação, um esforço para conseguir algum consenso entre as duas facções em litígio.
Pensamos que uma solução de consenso que una todos, é o melhor para o partido e para Alcácer.
Se a Federação chegar a um resultado desse tipo, antes da reunião de amanhã à noite, o tema será retirado da ordem de trabalhos. Caso não chegue, poderá, certamente, ir a votação dos membros da Comissão.
Nessa reunião, deve ser tomada uma posição definitiva, dado que estamos a menos de um mês da apresentação das listas.
Pedro Paredes diz-se optimista(até porque sou optimista por natureza - declarou-nos)e espera ser o escolhido, pois os membros da C.P.D.sabem que sou melhor candidato -disse-nos.
Do lado de Massano dizem esperar que a Comissão Política Distrital não ultrapasse a decisão da Comissão Política Concelhia.
O Clube de Política de Alcácer do Sal, tem expressado a opinião de que todos somos poucos para o que Alcácer hoje exige à classe política e principalmente ao P.S.
Ninguém deve ser excluído ou auto excluir-se. Toda a pessoa tem algo a dar e, em alguma coisa, sabe mais do que os outros. Por isso, qual a razão de uns quererem eliminar outros?!
O CPAS reclama da Federação, um esforço para conseguir algum consenso entre as duas facções em litígio.
Pensamos que uma solução de consenso que una todos, é o melhor para o partido e para Alcácer.
Se a Federação chegar a um resultado desse tipo, antes da reunião de amanhã à noite, o tema será retirado da ordem de trabalhos. Caso não chegue, poderá, certamente, ir a votação dos membros da Comissão.
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