Por Mariana Caixeirinho
Algumas acções de campanha para o departamento das mulheres socialistas do distrito de Setúbal.
Para quem não saiba a Catarina Marcelino é a presidente deste departamento do partido socialista em Setúbal. Agrada-me particularmente, a Catarina por ser uma pessoa:
- despretenciosa na relação com os outros, apesar de ocupar um cargo de adjunta do Secretário de Estado Pedro Marques, é uma pessoa de trato simples.
- lutadora dos direitos das mulheres sem ser feminista, mas sim congregadora de vontades, de forma a tornar mais justa a sociedade onde vivemos, sem sectarismos que por vezes atrapalham a solução dos problemas
- que "arregaça" as mangas para o trabalho formando equipas e descentralizando sem deixar de estar no terreno e informada sobre os assuntos
- desde que está no Departamento tem feito acções, no sentido de informar e formar as pessoas,mulheres e homens, desenvolvendo acções de formação e colóquios descentralizados nos vários pontos dos concelhos do Distrito revelando assim o respeito por todos os militantes.
- que desenvolveu no Distrito de Setubal acções de Campanha pelo "sim ao aborto", sendo o nosso Distrito o que atingiu maiores indices de votação pelo SIM e com menos taxa de abstenção
Por tudo isto e por ser uma pessoa atenciosa, dinâmica e honesta, penso que merece todo o nosso apoio.
Vamos votar Catarina Marcelino no final de Outubro nas nossas secções e apoiá-la nas suas acções de campanha que vou informando através de emails ou sms
para além das acções que a Federação me enviou, desde já ficam convidados para a apresentação da canditatura da Catarina, aqui em Alcácer na Sede da Junta de Freguesia de Santiago, terça feira, dia 14, pelas 21h.
Aparacece. Sê participativo
saudações socialistas
09/10/08
Por Fernando Santos
Essa de compararem Sócrates a Fernão Magalhães, Diogo Cão e Torga é demais!!!
E esse artigo de Hasse Ferreira contra Manuela Ferreira Leite, pois que se fique a saber, que Ferreira Leite é uma política como faltam em Portugal. Com credibilidade, seriedade, que não alinha na política espectáculo que abunda, basta ver que recusou a palhaçada da Madeira e do Pontal.
E se Ferreira Leite não servir ,
já temos o Paços Coelho pra substituir.
Cordiais cumprimentos
Resposta do CPAS
Caro Fernando Santos
Obrigado pela sua opinião.
No nosso texto publicado no passado dia 3, sobre os computadores portugueses "Magalhães", não comparamos Sócrates a Fernão Magalhães, Diogo Cão e Torga. O caro leitor é que está a sugeri-lo. De facto Sócrates está, na nossa opinião, a ser um grande Primeiro Ministro e poderá ficar na História como um grande Primeiro Ministro. Magalhães e Diogo Cão foram grandes navegadores e Torga grande poeta. Nós apenas dissemos que todos eram da mesma terra natal -Vila Real - e Paços Coelho, que o leitor espera para breve, também é da mesma cidade. Ele é, até, o actual Presidente da Assembleia Municipal desse concelho. E dirige a Assembleia Municipal com muita competência e acerto. Intervém pouco e fala o mínimo, como deve fazer quem dirige uma Assembleia, não roubando tempo, para proporcionar aos deputados municipais, que exerçam, amplamente, o seu direito e dever de intervenção.
Mas a terra aonde nascemos não interessa nada. A nossa terra é aonde gostamos de viver e ganhamos a vida. Como disse o Presidente da Câmara de Alcácer, na última Assembleia Municipal, no passado dia 26 de Setembro, "sou mais alcacerense que os alcacerenses, porque fui eu que escolhi viver cá e não os meus pais"
Quanto à imagem de credibilidade e seriedade de Manuela Ferreira Leite, também nós partilhamos essa opinião. Contudo, achamos que lhe falta carisma, chama, alma e projecto alternativo para poder bater Sócrates. Por isso, vaticinamos que o próximo mandato vai ser de Sócrates. Mas gostaríamos que o PSD fosse uma oposição mais forte e séria, pois a competitividade é a palavra de ordem dos nossos dias. Talvez o seu Passos Coelho o possa fazer, mas não será ele demasiado "elegante" para o gosto do PSD?
P.S. já temos outro artigo de Hasse Fereira sobre Ferreira Leite, para publicação.
Cordiais cumprimentos
Essa de compararem Sócrates a Fernão Magalhães, Diogo Cão e Torga é demais!!!
E esse artigo de Hasse Ferreira contra Manuela Ferreira Leite, pois que se fique a saber, que Ferreira Leite é uma política como faltam em Portugal. Com credibilidade, seriedade, que não alinha na política espectáculo que abunda, basta ver que recusou a palhaçada da Madeira e do Pontal.
E se Ferreira Leite não servir ,
já temos o Paços Coelho pra substituir.
Cordiais cumprimentos
Resposta do CPAS
Caro Fernando Santos
Obrigado pela sua opinião.
No nosso texto publicado no passado dia 3, sobre os computadores portugueses "Magalhães", não comparamos Sócrates a Fernão Magalhães, Diogo Cão e Torga. O caro leitor é que está a sugeri-lo. De facto Sócrates está, na nossa opinião, a ser um grande Primeiro Ministro e poderá ficar na História como um grande Primeiro Ministro. Magalhães e Diogo Cão foram grandes navegadores e Torga grande poeta. Nós apenas dissemos que todos eram da mesma terra natal -Vila Real - e Paços Coelho, que o leitor espera para breve, também é da mesma cidade. Ele é, até, o actual Presidente da Assembleia Municipal desse concelho. E dirige a Assembleia Municipal com muita competência e acerto. Intervém pouco e fala o mínimo, como deve fazer quem dirige uma Assembleia, não roubando tempo, para proporcionar aos deputados municipais, que exerçam, amplamente, o seu direito e dever de intervenção.
Mas a terra aonde nascemos não interessa nada. A nossa terra é aonde gostamos de viver e ganhamos a vida. Como disse o Presidente da Câmara de Alcácer, na última Assembleia Municipal, no passado dia 26 de Setembro, "sou mais alcacerense que os alcacerenses, porque fui eu que escolhi viver cá e não os meus pais"
Quanto à imagem de credibilidade e seriedade de Manuela Ferreira Leite, também nós partilhamos essa opinião. Contudo, achamos que lhe falta carisma, chama, alma e projecto alternativo para poder bater Sócrates. Por isso, vaticinamos que o próximo mandato vai ser de Sócrates. Mas gostaríamos que o PSD fosse uma oposição mais forte e séria, pois a competitividade é a palavra de ordem dos nossos dias. Talvez o seu Passos Coelho o possa fazer, mas não será ele demasiado "elegante" para o gosto do PSD?
P.S. já temos outro artigo de Hasse Fereira sobre Ferreira Leite, para publicação.
Cordiais cumprimentos
05/10/08
CATARINA MARCELINO APRESENTOU RE-CANDIDATURA A PRESIDENTE DAS MULHERES SOCIALISTAS DO DISTRITO DE SETÚBAL
Catarina Marcelino apresentou ontem, a sua candidatura durante um jantar que contou com mais de trezentos participantes (grande percentagem de homens) e que decorreu no restaurante Maré Cheia, no Montijo.
No seu discurso, a candidata referiu, que nos últimos dois anos, o Departamento Federativo das Mulheres Socialistas de Setúbal, por si liderado, "afirmou-se uma estrutura com dinâmica, iniciativa e capacidade mobilizadora em torno do projecto e das causas socialistas" exemplificando com o trabalho realizado a propósito do referendo da despenalização e interrupção voluntária da gravidez, que foi liderada pelas Mulheres Socialistas nas estruturas do PS e e nos movimentos da sociedade civil.
Realçou o aumento da participação feminina no partido, que de 2006 para 2008 passou de 30% para 40% dos/as militantes do PS, do distrito de Setúbal.
Lei da Paridade
É bandeira do PS a lei da Paridade. E é um grande desafio do PS, no próximo ciclo eleitoral, com destaque para as eleições autárquicas. "Não basta termos aumentado o nº de mulheres militantes, temos que garantir a sua participação política nos momentos eleitorais já em 2009", disse.
E rematou afirmando " que é nesse esforço conjunto de criar uma dinâmica imparável, do Partido no seu todo, com mulheres e homens, mais jovens e menos jovens, com mais experiência ou com a força de quem acaba de chegar, que este projecto de Mulheres Socialistas do Distrito se revê, porque queremos e nada regatearemos na defesa de mais igualdade, mais participação, por um PS maior".
O Conselho Político do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas de Setúbal,
candidata 26 mulheres para os lugares efectivos e 16 para suplentes, representando os diversos concelhos do distrito.
De Alcácer integram a lista Mariana Caixeirinho e Isabel Alferes nos lugares efectivos e Ana Massano como suplente.
Força Mulheres!
O CPAS regozija-se com a força de participação política que as mulheres socialistas de Alcácer estão a demonstrar, perante um PS concelhio que nem sequer as instalações de uma Sede lhes pode facilitar, porque não se decide a abri-la.
É notório que as mulheres se apresentam na política com mais pragmatismo, com menos vícios aparelhísticos, com mais voluntarismo, com mais dever partidário, com uma visão mais moderna de fazer política. É mais do que evidente que a política só tem a ganhar com a maior participação feminina.
Que o Presidente da Comissão Política e o Presidente da Câmara Sejam Mulheres
Por isso, o CPAS, formula votos para que bem breve, o Presidente da Comissão Política e o Presidente da Câmara de Alcácer, sejam mulheres.
A palavra de ordem de hoje, no desenvolvimento das nações, no aumento da solideriedade e da coesão social é, o aumento da força competitiva,para que se aumente a formação de riqueza, para que a sociedade possa viver cada vez melhor e possa aumentar a solideriedade para com quem realmente precisa. E, a grande reserva existente, para aumentar essa força, está nas mulheres, em quem a sociedade não soube, ainda, aproveitar todo o seu potencial.
Assim, o PS, como o partido sempre na vanguarda da mudança mais acertada, em Portugal, pretende forçar, com as quotas, a inclusão de mais mulheres nas listas o que, em abstracto, pode prejudicar o critério do mérito. Mas a política também é o forçar a sociedade a sair de vícios ou pisar caminhos reconhecidamente necessários. Hoje, aqui e agora, o PS discrimina positivamente o sexo. Amanhã, ou em outras paragens, pode descriminar-se, positivamente, a cor de pele, em direcção a uma sociedade mais justa e humana.
Catarina Marcelino apresentou ontem, a sua candidatura durante um jantar que contou com mais de trezentos participantes (grande percentagem de homens) e que decorreu no restaurante Maré Cheia, no Montijo.
No seu discurso, a candidata referiu, que nos últimos dois anos, o Departamento Federativo das Mulheres Socialistas de Setúbal, por si liderado, "afirmou-se uma estrutura com dinâmica, iniciativa e capacidade mobilizadora em torno do projecto e das causas socialistas" exemplificando com o trabalho realizado a propósito do referendo da despenalização e interrupção voluntária da gravidez, que foi liderada pelas Mulheres Socialistas nas estruturas do PS e e nos movimentos da sociedade civil.
Realçou o aumento da participação feminina no partido, que de 2006 para 2008 passou de 30% para 40% dos/as militantes do PS, do distrito de Setúbal.
Lei da Paridade
É bandeira do PS a lei da Paridade. E é um grande desafio do PS, no próximo ciclo eleitoral, com destaque para as eleições autárquicas. "Não basta termos aumentado o nº de mulheres militantes, temos que garantir a sua participação política nos momentos eleitorais já em 2009", disse.
E rematou afirmando " que é nesse esforço conjunto de criar uma dinâmica imparável, do Partido no seu todo, com mulheres e homens, mais jovens e menos jovens, com mais experiência ou com a força de quem acaba de chegar, que este projecto de Mulheres Socialistas do Distrito se revê, porque queremos e nada regatearemos na defesa de mais igualdade, mais participação, por um PS maior".
O Conselho Político do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas de Setúbal,
candidata 26 mulheres para os lugares efectivos e 16 para suplentes, representando os diversos concelhos do distrito.
De Alcácer integram a lista Mariana Caixeirinho e Isabel Alferes nos lugares efectivos e Ana Massano como suplente.
Força Mulheres!
O CPAS regozija-se com a força de participação política que as mulheres socialistas de Alcácer estão a demonstrar, perante um PS concelhio que nem sequer as instalações de uma Sede lhes pode facilitar, porque não se decide a abri-la.
É notório que as mulheres se apresentam na política com mais pragmatismo, com menos vícios aparelhísticos, com mais voluntarismo, com mais dever partidário, com uma visão mais moderna de fazer política. É mais do que evidente que a política só tem a ganhar com a maior participação feminina.
Que o Presidente da Comissão Política e o Presidente da Câmara Sejam Mulheres
Por isso, o CPAS, formula votos para que bem breve, o Presidente da Comissão Política e o Presidente da Câmara de Alcácer, sejam mulheres.
A palavra de ordem de hoje, no desenvolvimento das nações, no aumento da solideriedade e da coesão social é, o aumento da força competitiva,para que se aumente a formação de riqueza, para que a sociedade possa viver cada vez melhor e possa aumentar a solideriedade para com quem realmente precisa. E, a grande reserva existente, para aumentar essa força, está nas mulheres, em quem a sociedade não soube, ainda, aproveitar todo o seu potencial.
Assim, o PS, como o partido sempre na vanguarda da mudança mais acertada, em Portugal, pretende forçar, com as quotas, a inclusão de mais mulheres nas listas o que, em abstracto, pode prejudicar o critério do mérito. Mas a política também é o forçar a sociedade a sair de vícios ou pisar caminhos reconhecidamente necessários. Hoje, aqui e agora, o PS discrimina positivamente o sexo. Amanhã, ou em outras paragens, pode descriminar-se, positivamente, a cor de pele, em direcção a uma sociedade mais justa e humana.
03/10/08
Partido Socialista vai manter o rumo de mudança
O Partido Socialista vai manter o rumo traçado para promover o desenvolvimento de Portugal. Disse José Sócrates, ao encerrar o recente comício socialista que lotou por completo a Pavilhão Multiusos de Guimarães.
“Estamos a começar o ano político, um ano em que temos muito trabalho pela frente, mas temos um rumo e não nos desviaremos dele”, afirmou Sócrates, numa intervenção na qual frisou que o Executivo vai continuar a apostar no rigor orçamental, na educação, na prioridade à economia e ao emprego, na melhoria dos serviços públicos e na justiça social.
“Não ignoro as dificuldades da conjuntura internacional, mas a melhor resposta a esse desafio é continuar o caminho da modernização do país”, sustentou, lembrando que “a hora é de responsabilidade, de consciência das dificuldades, mas também de confiança e ambição”.
O líder do PS recordou que foi naquele pavilhão que foi eleito, há quatro anos, para o cargo de secretário-geral do partido, salientando de seguida que, “ao contrário de outros, a liderança socialista não se esconde das bases, nem anda a jogar às escondidas com o país”.
Agradeceu, depois, o apoio que lhe tem sido assegurado pelos militantes, frisando que “o PS sempre soube que só podia contar consigo, que não iria encontrar nenhuma outra força política, à esquerda ou à direita, com vontade de mudança ou coragem para mudar”. O líder socialista assegurou também que o PS defende uma segurança social “pública, garantida pelo Estado”, garantindo que “nunca será permitido que as pensões dos portugueses sejam jogadas na bolsa”.
O Partido Socialista vai manter o rumo traçado para promover o desenvolvimento de Portugal. Disse José Sócrates, ao encerrar o recente comício socialista que lotou por completo a Pavilhão Multiusos de Guimarães.
“Estamos a começar o ano político, um ano em que temos muito trabalho pela frente, mas temos um rumo e não nos desviaremos dele”, afirmou Sócrates, numa intervenção na qual frisou que o Executivo vai continuar a apostar no rigor orçamental, na educação, na prioridade à economia e ao emprego, na melhoria dos serviços públicos e na justiça social.
“Não ignoro as dificuldades da conjuntura internacional, mas a melhor resposta a esse desafio é continuar o caminho da modernização do país”, sustentou, lembrando que “a hora é de responsabilidade, de consciência das dificuldades, mas também de confiança e ambição”.
O líder do PS recordou que foi naquele pavilhão que foi eleito, há quatro anos, para o cargo de secretário-geral do partido, salientando de seguida que, “ao contrário de outros, a liderança socialista não se esconde das bases, nem anda a jogar às escondidas com o país”.
Agradeceu, depois, o apoio que lhe tem sido assegurado pelos militantes, frisando que “o PS sempre soube que só podia contar consigo, que não iria encontrar nenhuma outra força política, à esquerda ou à direita, com vontade de mudança ou coragem para mudar”. O líder socialista assegurou também que o PS defende uma segurança social “pública, garantida pelo Estado”, garantindo que “nunca será permitido que as pensões dos portugueses sejam jogadas na bolsa”.
Governo distribui computadores "Magalhães"
O Governo começou a distribuir os primeiros três mil computadores portáteis "Magalhães", destinados a crianças do 1º ciclo, no âmbito de um programa totalmente financiado pelos operadores de telecomunicações nacionais.
A distribuição de computadores portáteis com ligação à Internet aos alunos constitui "o instrumento principal da democratização do ensino", permitindo "igualdade de oportunidades" no acesso à informação e ao conhecimento, no dizer da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues.
Estes computadores “vão contribuir para a revolução do ensino” em Portugal,vaticina Mário Lino, Ministro das Obras Públicas.
Este ano lectivo, serão entregues, no total, 500 mil exemplares do computador "Magalhães", distribuídos no âmbito do programa “e.escolinha”. O “Magalhães” terá um custo máximo de 50 euros por exemplar e será gratuito para os alunos de famílias mais necessitadas, que beneficiam do primeiro escalão da Acção Social Escolar.
MAGALHÃES (Fernão Magalhães - natural de Sabrosa, VILA REAL. também terra de Diogo Cão, Miguel Torga e José Sócrates). O 1º navegador a dar a volta ao mundo, provando que é redonda.
Também o computador Magalhães irá dar a volta ao mundo.
Boa iniciativa do Governo. De assinalar
O Governo começou a distribuir os primeiros três mil computadores portáteis "Magalhães", destinados a crianças do 1º ciclo, no âmbito de um programa totalmente financiado pelos operadores de telecomunicações nacionais.
A distribuição de computadores portáteis com ligação à Internet aos alunos constitui "o instrumento principal da democratização do ensino", permitindo "igualdade de oportunidades" no acesso à informação e ao conhecimento, no dizer da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues.
Estes computadores “vão contribuir para a revolução do ensino” em Portugal,vaticina Mário Lino, Ministro das Obras Públicas.
Este ano lectivo, serão entregues, no total, 500 mil exemplares do computador "Magalhães", distribuídos no âmbito do programa “e.escolinha”. O “Magalhães” terá um custo máximo de 50 euros por exemplar e será gratuito para os alunos de famílias mais necessitadas, que beneficiam do primeiro escalão da Acção Social Escolar.
MAGALHÃES (Fernão Magalhães - natural de Sabrosa, VILA REAL. também terra de Diogo Cão, Miguel Torga e José Sócrates). O 1º navegador a dar a volta ao mundo, provando que é redonda.
Também o computador Magalhães irá dar a volta ao mundo.
Boa iniciativa do Governo. De assinalar
ARTUR PENEDOS
"O Governo de Sócrates deu aos trabalhadores portugueses o que nenhum outro governante tinha conseguido: o maior crescimento anual do salário mínimo nacional, uma segurança social financeiramente sustentável, aumentos de pensões de reforma libertos dos ciclos eleitorais e baseados na vida real."
"O Governo de Sócrates deu aos trabalhadores portugueses o que nenhum outro governante tinha conseguido: o maior crescimento anual do salário mínimo nacional, uma segurança social financeiramente sustentável, aumentos de pensões de reforma libertos dos ciclos eleitorais e baseados na vida real."
Alentejo tem novas unidades
de cuidados continuados
No âmbito de um alargamento programado da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados do Alentejo, Ponte de Sôr e Beirã (Marvão), no distrito de Portalegre, e Santiago do Cacém vão passar a dispor de novas unidades, visando desenvolver acções mais próximas das pessoas idosas e em situação de dependência.
Estas unidades de cuidados continuados assumem-se como um nível intermédio de prestação de cuidados de saúde e de apoio social, entre os de base comunitária e os de internamento hospitalar.
de cuidados continuados
No âmbito de um alargamento programado da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados do Alentejo, Ponte de Sôr e Beirã (Marvão), no distrito de Portalegre, e Santiago do Cacém vão passar a dispor de novas unidades, visando desenvolver acções mais próximas das pessoas idosas e em situação de dependência.
Estas unidades de cuidados continuados assumem-se como um nível intermédio de prestação de cuidados de saúde e de apoio social, entre os de base comunitária e os de internamento hospitalar.
A nova liderança do PSD contesta os grandes investimentos previstos para Portugal, mas não esboça propostas alternativas.
Por Joel Hasse Ferreira
Eurodeputado pelo PS
1- A nova liderança do PSD exibiu recentemente a sua falta de perspectiva e ausência de estratégia nos planos económico, social e financeiro. Contesta os grandes investimentos previstos para executar em Portugal, mas não esboça propostas alternativas. Parece ignorar que sem investimento não há crescimento económico e sem crescimento económico há perda de emprego. Quererá que o país se arruine, que o desemprego volte a crescer e que se voltem a desequilibrar as finanças públicas? Esses investimentos são imprescindíveis para maior comodidade dos cidadãos e para garantir uma maior eficiência da actividade empresarial, eliminando aspectos negativos do contexto infraestrutural. Reforçando também as ligações internas e as ligações aos outros países da Europa.
2- Por outro lado, sugere a nova liderança do PSD que se combatam as dificuldades sociais, apenas entregando mais dinheiro às organizações sociais. Ou seja, não têm nem pretendem ter uma estratégia de erradicação da pobreza e de combate efectivo aos problemas sociais existentes. A perspectiva assistencialista evidenciada pela nova liderança do PSD reflecte uma concepção antiquada da actividade económica, incompatível com o mundo actual. O papel das organizações sociais é relevante, mas quanto à estratégia de resolução das questões sociais, compete ao poder político defini-la. Depois da fusão de serviços públicos “ à martelada”, como em 2002, teríamos a distribuição de recursos “ à balda”.
3- Entretanto, no Parlamento Europeu, debatemos a erradicação da pobreza, a partir do relatório da eurodeputada grega Marie Panayotopoulos-Cassiotou. Silva Peneda, Ilda Figueiredo e o autor destas linhas tiveram oportunidade de intervir no Plenário, num debate que terá tido bastante acuidade e alguma profundidade..
4- A eventual perda de recursos atribuídos ou atribuíveis pela UE a Portugal é minimizada pela nova liderança do PSD, que acha bem cortar o investimento e financiar instituições sociais, sem definir como essas verbas se aplicam, nem dispor de uma estratégia social adequada. Com a aplicação dessa atribulada orientação antieconómica que balbuciam, lançariam de facto o país numa situação social grave, numa situação efectiva de alarme social. Aumentando o desemprego, voltariam a criar dificuldades grandes à Segurança Social, como fizeram de 2002 a 2005, descapitalizando-a.
5- Uma recente sondagem, com o PS em 40%, as forças ditas à esquerda do PS com um pouco menos de 20%, o PSD com 29% e o CDS com 6%, mostrou-nos uma direita entre 1/3 e 2/5 dos votos, sem condições para governar. Evidenciou também que se o PS terá cerca de 20% dos votantes à sua esquerda, o PSD terá cerca de 60% dos votantes também à sua esquerda
6- Será que a imagem de figura do Estado de Manuela Ferreira Leite e o seu perfil conservador lhe alargarão a base eleitoral? E para que lado? Ainda há muita água para correr debaixo das pontes. A menos que Cavaco deixe de actuar como Presidente e passe a ser mais um militante do Algarve. Mas não se pode exceder nas “mãozinhas” que dê à sua antiga colaboradora e ex-conselheira de Estado, se quiser ser reeleito, sem grandes dificuldades. Em qualquer caso, por ex. os autarcas do Centro (”laranjas” incluídos) parecem estar mais sensibilizados pelas acções de Paulo Campos do que pelos comentários de Aníbal Cavaco Silva em terras norte-alentejanas. Entretanto, o perfil severo e a intuição política de Manuela Ferreira Leite poderão dispensar uma tutela, ainda que discreta, do actual Presidente.
7- As questões energéticas assumem um papel decisivo na prospecção do futuro da Humanidade. No princípio de Setembro, os coordenadores de um estudo de cenários energéticos europeus para 2030 entregar-nos-ão os resultados da última fase desse estudo para ser objecto de debate, no mesmo mês, no Parlamento Europeu, por deputados interessados e por um conjunto de convidados. Estarão em cima da mesa, designadamente, questões ligadas à gestão energética dos edifícios e das cidades, aos automóveis, à redução do consumo de petróleo e de emissões de CO, às ligações com a problemática ambiental e às garantias de abastecimento energético da Europa.
8- Entretanto, o avanço muito significativo da produção de energia eólica em Portugal vai sendo cada vez mais referido em diversas instâncias europeias. É um bom sinal.
Por Joel Hasse Ferreira
Eurodeputado pelo PS
1- A nova liderança do PSD exibiu recentemente a sua falta de perspectiva e ausência de estratégia nos planos económico, social e financeiro. Contesta os grandes investimentos previstos para executar em Portugal, mas não esboça propostas alternativas. Parece ignorar que sem investimento não há crescimento económico e sem crescimento económico há perda de emprego. Quererá que o país se arruine, que o desemprego volte a crescer e que se voltem a desequilibrar as finanças públicas? Esses investimentos são imprescindíveis para maior comodidade dos cidadãos e para garantir uma maior eficiência da actividade empresarial, eliminando aspectos negativos do contexto infraestrutural. Reforçando também as ligações internas e as ligações aos outros países da Europa.
2- Por outro lado, sugere a nova liderança do PSD que se combatam as dificuldades sociais, apenas entregando mais dinheiro às organizações sociais. Ou seja, não têm nem pretendem ter uma estratégia de erradicação da pobreza e de combate efectivo aos problemas sociais existentes. A perspectiva assistencialista evidenciada pela nova liderança do PSD reflecte uma concepção antiquada da actividade económica, incompatível com o mundo actual. O papel das organizações sociais é relevante, mas quanto à estratégia de resolução das questões sociais, compete ao poder político defini-la. Depois da fusão de serviços públicos “ à martelada”, como em 2002, teríamos a distribuição de recursos “ à balda”.
3- Entretanto, no Parlamento Europeu, debatemos a erradicação da pobreza, a partir do relatório da eurodeputada grega Marie Panayotopoulos-Cassiotou. Silva Peneda, Ilda Figueiredo e o autor destas linhas tiveram oportunidade de intervir no Plenário, num debate que terá tido bastante acuidade e alguma profundidade..
4- A eventual perda de recursos atribuídos ou atribuíveis pela UE a Portugal é minimizada pela nova liderança do PSD, que acha bem cortar o investimento e financiar instituições sociais, sem definir como essas verbas se aplicam, nem dispor de uma estratégia social adequada. Com a aplicação dessa atribulada orientação antieconómica que balbuciam, lançariam de facto o país numa situação social grave, numa situação efectiva de alarme social. Aumentando o desemprego, voltariam a criar dificuldades grandes à Segurança Social, como fizeram de 2002 a 2005, descapitalizando-a.
5- Uma recente sondagem, com o PS em 40%, as forças ditas à esquerda do PS com um pouco menos de 20%, o PSD com 29% e o CDS com 6%, mostrou-nos uma direita entre 1/3 e 2/5 dos votos, sem condições para governar. Evidenciou também que se o PS terá cerca de 20% dos votantes à sua esquerda, o PSD terá cerca de 60% dos votantes também à sua esquerda
6- Será que a imagem de figura do Estado de Manuela Ferreira Leite e o seu perfil conservador lhe alargarão a base eleitoral? E para que lado? Ainda há muita água para correr debaixo das pontes. A menos que Cavaco deixe de actuar como Presidente e passe a ser mais um militante do Algarve. Mas não se pode exceder nas “mãozinhas” que dê à sua antiga colaboradora e ex-conselheira de Estado, se quiser ser reeleito, sem grandes dificuldades. Em qualquer caso, por ex. os autarcas do Centro (”laranjas” incluídos) parecem estar mais sensibilizados pelas acções de Paulo Campos do que pelos comentários de Aníbal Cavaco Silva em terras norte-alentejanas. Entretanto, o perfil severo e a intuição política de Manuela Ferreira Leite poderão dispensar uma tutela, ainda que discreta, do actual Presidente.
7- As questões energéticas assumem um papel decisivo na prospecção do futuro da Humanidade. No princípio de Setembro, os coordenadores de um estudo de cenários energéticos europeus para 2030 entregar-nos-ão os resultados da última fase desse estudo para ser objecto de debate, no mesmo mês, no Parlamento Europeu, por deputados interessados e por um conjunto de convidados. Estarão em cima da mesa, designadamente, questões ligadas à gestão energética dos edifícios e das cidades, aos automóveis, à redução do consumo de petróleo e de emissões de CO, às ligações com a problemática ambiental e às garantias de abastecimento energético da Europa.
8- Entretanto, o avanço muito significativo da produção de energia eólica em Portugal vai sendo cada vez mais referido em diversas instâncias europeias. É um bom sinal.
28/09/08
A RENTRÉE POLÍTICA
POR VITOR RAMALHO
(Presidente da Federação de Setúbal do Partido Socialista)
A rentrée politica, que coincide com o termo das férias de verão e o início de mais uma sessão legislativa, será marcada por factos políticos de maior relevância.
Desde logo o Orçamento de Estado para 2009, reflectirá seguramente o rumo que vem sendo seguido, de rigor, o que não afectará a inclusão de verbas para os investimentos públicos em curso e a preparação de outros, já anunciados, necessários ao desenvolvimento do país.
De entre os anunciados é útil termos presente que uma parte significativa deles tem por objecto o distrito de Setúbal.
Refiro-me ao aeroporto internacional no Campo de Tiro de Alcochete, à 3ª travessia sobre o Tejo, à plataforma logística do Poceirão, à nova máquina para a Portucel, aos empreendimentos turísticos na península de Tróia, à ampliação de infraestruturas na plataforma industrial de Sines, à ligação de Sines a Beja através da I.P.8, entre outros.
Estes investimentos estão e vão ser prosseguidos com outros, que reflectem preocupações sociais, e de que são exemplo as 22 candidaturas de novas Creches deferidas no distrito e integradas no projecto Pares, sob a responsabilidade da Segurança Social.
Tendo presente que o nosso principal adversário autárquico, o PCP, não se exime, de culpabilizar o governo de tudo o que sucede de mal, como se isso fosse possível, desresponsabilizando-se a si próprio, nunca é demais divulgar a importância dos projectos acima referidos, bem como dos que respeitam as outras infraestruturas, portuárias, rodoviárias e ferroviárias, também em curso.
No curto prazo, para além das preocupações orçamentais, a proposta de lei que altera o Código do Trabalho merecerá atenção especial e, como sempre, o PCP procurará combatê-la inclusive nas ruas. Para este partido, qualquer que tenha sido ou seja a proposta que se apresente, é sempre vista como pior do que a lei que existe.
É por isso que é importante termos presente que esta proposta de lei combate a precariedade, fixando não só o limite máximo dos contratos a termo em três anos, mas estabelecendo também restrições sérias à utilização dos recibos verdes.
Reforça ainda os direitos da parentalidade, incentiva a contratação colectiva de trabalho e aprofunda a protecção processual do trabalhador em caso de despedimento individual sem justa causa.
É obvio que nem tudo são rosas na proposta de lei, nem tal seria possível numa iniciativa que se tem de pautar pelo equilíbrio dos interesses entre quem trabalha e quem emprega.
Concluir porém que a proposta que está em cima da mesa é mais grave que o Código actual, de Bagão Félix, é atirar poeira para os olhos de quem trabalha, iludir as questões e desarmar a própria defesa das causas do progresso.
A segurança dos cidadãos continuará, a nosso ver, a mobilizar a atenção da sociedade no curto prazo. Esta é a uma questão, a que devemos estar atentos.
É que os fenómenos da globalização, possibilitando uma muito maior e mais livre circulação das pessoas, e a natureza da crise, com impactos sociais novos, arrastam também problemas de tipo novo, com óbvias repercussões no domínio da segurança.
A prevenção e a repressão da criminalidade devem assim mobilizar a nossa atenção, por ser um fenómeno real que preocupa a sociedade e a federação deverá estar atenta, promovendo iniciativas que estimulem respostas adequadas por parte de quem as tem de assumir, alargando essa atenção à defesa das causas, que são caras aos socialistas, como o emprego, a justa distribuição de riqueza e o desenvolvimento sustentável entre outros domínios.
Como é sabido este período da rentrée politica coincidirá com as eleições para os órgãos federativos que terminarão com o Congresso, a ter lugar no dia 8 de Novembro.
É evidente que defenderemos e sustentaremos a maior isenção em todo o processo eleitoral, sem prejuízo da dinâmica que a federação deve continuar a manter para valorização externa do PS e para o crescente reforço da sua credibilização.
Esta preocupação é tanto mais importante quanto é facto termos três actos eleitorais para o próximo ano para os quais nos devemos mobilizar desde já. E devemos mobilizarmo-nos desde já, porque é muito importante mantermos um deputado do distrito no parlamento europeu, consolidarmos os resultados alcançados nas legislativas de 2005 e contribuirmos para alterar o mapa autárquico no distrito.
Não é aceitável nem nos podemos resignar a que o PCP tenha a gestão de 10 das 13 Câmaras do nosso distrito.
O desenvolvimento e a modernização do distrito de Setúbal são incompatíveis coma manutenção deste estado de coisas.
O voto útil nas autárquicas é no PS.
Teremos todos, de fazer um esforço sério para que essa mudança tenha lugar.
Daí também a enorme importância da Convenção Autárquica que a Federação projecta levar a efeito, com grande impacto mobilizador no primeiro trimestre de 2009.
Neste quadro fazemos votos para que as próximas eleições presidenciais nos E.U.A., que terão lugar em Novembro terminem com uma forte mudança, reabrindo-se as portas da esperança por um mundo melhor, à escala mundial.
Para nós essa esperança tem um nome – Obama.
Bom trabalho para todos os camaradas nesta rentrée politica.
Vítor Ramalho
(Presidente da Federação)
POR VITOR RAMALHO
(Presidente da Federação de Setúbal do Partido Socialista)
A rentrée politica, que coincide com o termo das férias de verão e o início de mais uma sessão legislativa, será marcada por factos políticos de maior relevância.
Desde logo o Orçamento de Estado para 2009, reflectirá seguramente o rumo que vem sendo seguido, de rigor, o que não afectará a inclusão de verbas para os investimentos públicos em curso e a preparação de outros, já anunciados, necessários ao desenvolvimento do país.
De entre os anunciados é útil termos presente que uma parte significativa deles tem por objecto o distrito de Setúbal.
Refiro-me ao aeroporto internacional no Campo de Tiro de Alcochete, à 3ª travessia sobre o Tejo, à plataforma logística do Poceirão, à nova máquina para a Portucel, aos empreendimentos turísticos na península de Tróia, à ampliação de infraestruturas na plataforma industrial de Sines, à ligação de Sines a Beja através da I.P.8, entre outros.
Estes investimentos estão e vão ser prosseguidos com outros, que reflectem preocupações sociais, e de que são exemplo as 22 candidaturas de novas Creches deferidas no distrito e integradas no projecto Pares, sob a responsabilidade da Segurança Social.
Tendo presente que o nosso principal adversário autárquico, o PCP, não se exime, de culpabilizar o governo de tudo o que sucede de mal, como se isso fosse possível, desresponsabilizando-se a si próprio, nunca é demais divulgar a importância dos projectos acima referidos, bem como dos que respeitam as outras infraestruturas, portuárias, rodoviárias e ferroviárias, também em curso.
No curto prazo, para além das preocupações orçamentais, a proposta de lei que altera o Código do Trabalho merecerá atenção especial e, como sempre, o PCP procurará combatê-la inclusive nas ruas. Para este partido, qualquer que tenha sido ou seja a proposta que se apresente, é sempre vista como pior do que a lei que existe.
É por isso que é importante termos presente que esta proposta de lei combate a precariedade, fixando não só o limite máximo dos contratos a termo em três anos, mas estabelecendo também restrições sérias à utilização dos recibos verdes.
Reforça ainda os direitos da parentalidade, incentiva a contratação colectiva de trabalho e aprofunda a protecção processual do trabalhador em caso de despedimento individual sem justa causa.
É obvio que nem tudo são rosas na proposta de lei, nem tal seria possível numa iniciativa que se tem de pautar pelo equilíbrio dos interesses entre quem trabalha e quem emprega.
Concluir porém que a proposta que está em cima da mesa é mais grave que o Código actual, de Bagão Félix, é atirar poeira para os olhos de quem trabalha, iludir as questões e desarmar a própria defesa das causas do progresso.
A segurança dos cidadãos continuará, a nosso ver, a mobilizar a atenção da sociedade no curto prazo. Esta é a uma questão, a que devemos estar atentos.
É que os fenómenos da globalização, possibilitando uma muito maior e mais livre circulação das pessoas, e a natureza da crise, com impactos sociais novos, arrastam também problemas de tipo novo, com óbvias repercussões no domínio da segurança.
A prevenção e a repressão da criminalidade devem assim mobilizar a nossa atenção, por ser um fenómeno real que preocupa a sociedade e a federação deverá estar atenta, promovendo iniciativas que estimulem respostas adequadas por parte de quem as tem de assumir, alargando essa atenção à defesa das causas, que são caras aos socialistas, como o emprego, a justa distribuição de riqueza e o desenvolvimento sustentável entre outros domínios.
Como é sabido este período da rentrée politica coincidirá com as eleições para os órgãos federativos que terminarão com o Congresso, a ter lugar no dia 8 de Novembro.
É evidente que defenderemos e sustentaremos a maior isenção em todo o processo eleitoral, sem prejuízo da dinâmica que a federação deve continuar a manter para valorização externa do PS e para o crescente reforço da sua credibilização.
Esta preocupação é tanto mais importante quanto é facto termos três actos eleitorais para o próximo ano para os quais nos devemos mobilizar desde já. E devemos mobilizarmo-nos desde já, porque é muito importante mantermos um deputado do distrito no parlamento europeu, consolidarmos os resultados alcançados nas legislativas de 2005 e contribuirmos para alterar o mapa autárquico no distrito.
Não é aceitável nem nos podemos resignar a que o PCP tenha a gestão de 10 das 13 Câmaras do nosso distrito.
O desenvolvimento e a modernização do distrito de Setúbal são incompatíveis coma manutenção deste estado de coisas.
O voto útil nas autárquicas é no PS.
Teremos todos, de fazer um esforço sério para que essa mudança tenha lugar.
Daí também a enorme importância da Convenção Autárquica que a Federação projecta levar a efeito, com grande impacto mobilizador no primeiro trimestre de 2009.
Neste quadro fazemos votos para que as próximas eleições presidenciais nos E.U.A., que terão lugar em Novembro terminem com uma forte mudança, reabrindo-se as portas da esperança por um mundo melhor, à escala mundial.
Para nós essa esperança tem um nome – Obama.
Bom trabalho para todos os camaradas nesta rentrée politica.
Vítor Ramalho
(Presidente da Federação)
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